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No Brasil de hoje, quem é rico se aposenta mais cedo

por Governo do Brasil — publicado 07/12/2017 10h27, última modificação 11/12/2017 16h47
Reforma da Previdência mantém direitos adquiridos e deixa todos os trabalhadores com regras semelhantes

Igualdade de regrasMudar para crescer, eliminar privilégios e, ainda por cima, garantir que as contas públicas não fiquem em frangalhos. Com a reforma da Previdência, esses pontos são resolvidos, em especial a redução da desigualdade entre ricos – que se aposentam mais cedo – e pessoas de baixa renda – que se aposentam mais velhas e ganhando menos.

A proposta pretende acabar com um problema que ocorre até hoje: altos funcionários do serviço público que se aposentam com seu último salário – que pode ultrapassar R$ 25 mil, enquanto o teto para os trabalhadores da iniciativa privada é de R$ 5,5 mil. Com a reforma, fica todo mundo com a mesma regra, recebendo o máximo previsto pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Com as regras atuais, uma grande parcela da população brasileira é obrigada a se aposentar mais tarde, já que não consegue contribuir formalmente com as contas da Previdência pelo tempo previsto na legislação. Ao mesmo tempo, quem possui maior renda consegue contribuir por mais tempo e se aposentar mais cedo, com salários mais altos e acúmulo de benefícios.

Garantia de direitos

A reforma da Previdência protege quem mais precisa e garante uma aposentadoria mais justa para todos os brasileiros. As regras atuais, com o pagamento de altas aposentadorias para políticos e para o alto funcionalismo público, criam uma classe de privilegiados que se aposentam cedo e com valores que deixam as contas públicas no vermelho. Para acabar com essa desigualdade, a reforma da Previdência vai promover um sistema mais equilibrado e sustentável.

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Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Fazenda