Saúde
Alterações do clima aumentam casos de malária na Amazônia
No 2º workshop do Centro de Estudos e Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) durante a apresentação das pesquisas, o vice-diretor do Intituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), Wanderj Tadei afirmou que o aquecimento da região amazônica propicia uma aceleração do metabolismo dos insetos e no caso da malária isso poderia causar um aumento na transmissão da doença.
Ainda segundo Tadei, a regra vale também para o mosquito da dengue e o mosquito comum, conhecido na região amazônica como carapanã. Para ele, as pesquisas servem para se analisar as condições do ambiente e assim prevenir possíveis epidemias. “A Amazônia tem um clico hidrológico regular, são oito meses de água subindo e quatro de água baixando. Mas se há uma quebra nessa sequência, seja por qualquer alteração ambiental, teremos de ser capazes de intervir neste processo e é essa a proposta do Adapta e da Rede Malária: contribuir para que elaboremos modelos que possam chegar às comunidades ribeirinhas e agir preventivamente”, destacou.
O evento realizado nesta quarta-feira (28) na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manaus (AM), debateu as pesquisas feitas pelo projeto que envolve várias áreas do conhecimento científico.
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