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Saúde

Saúde vai investir R$ 98 mi para aumentar cirurgias cardiovasculares em até 15%

por Portal Brasil publicado: 28/09/2010 19h32 última modificação: 28/07/2014 11h51

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (28), investimento de R$ 98,9 milhões no setor de cirurgias cardiovasculares. Com a medida, a estimativa é que a quantidade de cirurgias do gênero realizadas na rede pública seja ampliada em até 15% em um ano.

Apenas em 2009, 65,4 mil procedimentos foram realizados no Sistema Único de Saúde (SUS). Os reajustes anunciados são relativos à 105 procedimentos de alta complexidade em cirurgia cardiovascular. Os recursos serão aplicados na reestruturação da tabela de procedimentos do (SUS), o que permitirá maior valorização de cerca de mil cirurgiões do País e melhorias na remuneração de hospitais que realizam cirurgias pediátricas. Os reajustes chegam a 227% e começam a vigorar em novembro.

As medidas fazem parte de esforço orçamentário do Ministério da Saúde e foram discutidas com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV). A entidade, recomendou aos associados o fim de eventuais negociações paralelas com estados e municípios direcionadas à complementação da tabela ou a novos reajustes para os serviços profissionais. 


Reajustes

Os novos valores serão implantados para procedimentos de áreas como pediatria, procedimentos cardiovasculares, cirurgia aorta, cirurgia valvar, revascularização do miocárdio e implantes de marcapasso, tanto convencional como de alto custo. 

De acordo com o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, além dos serviços profissionais, os serviços hospitalares de pediatria serão reajustados em 20%. Os hospitais que realizarem cirurgias além da produtividade registrada nos últimos meses terão garantidos pelo ministério recursos adicionais conhecidos como “extra-teto” para atendimento à demanda. 

Com os investimentos anunciados nesta terça, os gastos federais com cirurgias cardiovasculares deverão chegar a R$ 743,6 milhões em 2011. 


Fonte:
Ministério da Saúde


 

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