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Saúde

Ministério da Saúde contesta dados usados na elaboração do IDH pelo Pnud

por Portal Brasil publicado: 05/11/2010 11h49 última modificação: 28/07/2014 11h52

O Ministério da Saúde divulgou na quinta-feira (4) nota contestando os dados sobre expectativa de vida e mortalidade materna no Brasil, usados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) na elaboração do Relatório Mundial sobre Desenvolvimento Humano 2010 –, que mediu o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 169 países. Segundo o ministério os dados estão subestimados e desatualizados.

O relatório do Pnud considera que o brasileiro vive em média 72,9 anos. Segundo o ministério, a informação é subestimada diante da expectativa de vida de 73,4 anos, projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação à mortalidade materna, o ministério argumenta que os dados do Pnud estão desatualizados. A publicação do Pnud considera 110 mortes de mulheres por 100 mil nascidos vivos, enquanto a razão é de 75 mortes por 100 mil nascidos vivos, conforme o Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos do Milênio, publicado em março.

Para o ministério, o índice das Nações Unidas desconsidera ações brasileiras de incentivo ao planejamento familiar, como oferta de anticoncepcional na rede pública de saúde, e queda no índice de adolescentes grávidas.

O Brasil ocupa a 73ª colocação no ranking do IDH, divulgado na quinta-feira (4) pelo Pnud. O índice varia de 0 a 1 – quanto mais próximo do 1, maior o desenvolvimento humano. O Brasil obteve a nota 0,699, o que o inclui no grupo de nações com alto desenvolvimento humano.

O IDH avalia indicadores de educação, saúde e renda. O Pnud adotou nova metodologia para o cálculo do índice, porém, o critério saúde não sofreu alterações – continua a medir a longevidade das populações.

 

Fonte:
Agência Brasil
Ministério da Saúde

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