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Saúde

Saúde mobiliza Bahia contra a dengue

por Portal Brasil publicado: 18/02/2011 20h59 última modificação: 28/07/2014 12h49

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou Salvador nesta sexta-feira (18) para reforçar a necessidade de ações de mobilização contra a dengue e de preparação da rede de saúde para atendimento aos pacientes acometidos pela doença. 

Bahia está entre os 16 estados com alto risco de epidemia de dengue, segundo o mapa da doença para o verão de 2011. “Desde a primeira semana de governo, quando classificamos os estados com maior risco, realizo visitas com o objetivo de mobilizar gestores locais, setor privado e a população para o combate a doença”, disse o ministro Padilha. 

A mobilização nos estados inclui a averiguação dos sistemas de prevenção, de controle dos criadouros do mosquito transmissor da doença e de atendimento aos pacientes. Além disso, segundo o ministério, a visita serve para alertar a população sobre a importância da adoção de medidas para evitar a proliferação do mosquito. 

Em Salvador, o ministro se reuniu com o governador Jaques Wagner, o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, secretários municipais de Saúde, prefeitos, gestores e profissionais de saúde. Durante a sua passagem pela capital baiana, também entregou 34 ambulâncias do Samu/192 (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e inaugurou uma unidade do Farmácia Popular. 

Situação Atual

Dados do último Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), realizado em novembro de 2010, indicam que, dos 14 municípios baianos que aplicaram a metodologia, três estão em risco de surto: Ilhéus, Itabuna e Simões Filho. É considerado risco de surto quando há presença de lavras do mosquito em mais de 4% dos imóveis pesquisados. 

O LIRAa é um dos seis componentes do “Risco Dengue”, ferramenta que identifica o risco de epidemia nos estados, combinando fatores como incidência de casos de dengue, índices de infestação pelo mosquito, densidade populacional, entre outros. Entre os 16 estados apontados com risco muito alto de epidemia no último levantamento ( de 11 de janeiro), estão todos os do Nordeste mais Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Tocantins, Amazonas e Acre. 


Fonte:
Ministério da Saúde

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