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Saúde

Junta internacional não encontra indícios de laboratórios de cocaína no Brasil

por Portal Brasil publicado: 02/03/2011 13h56 última modificação: 28/07/2014 12h50

Para a Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), não há indícios de que existam laboratórios de fabricação de cocaína em territórios brasileiro. Estudo da entidade, divulgado nesta quarta-feira (2), aponta que a proximidade entre o Brasil e a África Ocidental fez com que o País se tornasse atrativo para as organizações sul-americanas envolvidas no tráfico de drogas.

Em 2010, em apenas dois meses, pelo menos 11 laboratórios de produção de cocaína foram descobertos no País pela Polícia Federal e por polícias estaduais em diversas operações. Os laboratórios são usados para transformar a pasta-base de coca, importada de outros países, no produto final a ser consumido pelos brasileiros, seja o cloridrato de cocaína (cocaína em pó) seja a pedra de crack, um subproduto da coca.

De acordo com o estudo, em 2008 foram destruídos cerca de 10 mil laboratórios de processamento de cocaína na Bolívia, na Colômbia e no Peru. Nos últimos anos, também foram desmantelados laboratórios de cocaína na Argentina, Venezuela, no Chile e Equador. Em 2009, as autoridades equatorianas desmantelaram um dos maiores laboratórios de fabricação de cocaína encontrados no país, com capacidade para fabricar 20 toneladas da droga por mês.


Brasil continua na rota

Segundo a Jife, o  Brasil continua sendo uma das principais rotas para remessas de drogas aos Estados Unidos e a países da África e Europa. Além disso, o relatório destaca o crescimento do consumo de crack no território brasileiro.

“O governo tem tomado medidas para conter o abuso dessa substância. Em maio de 2010, o governo desenvolveu um plano de ação contra o abuso do crack e de outras drogas. No âmbito desse plano, o governo alocou recursos consideráveis para a adoção de medidas contra o tráfico de drogas, principalmente nos municípios das regiões de fronteira, ”, diz o estudo.


Fonte:
Agência Brasil

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