Você está aqui: Página Inicial > Saúde > 2011 > 04 > Começa campanha de vacinação contra gripe

Saúde

Começa campanha de vacinação contra gripe

Imunização começa nesta segunda-feira(25) e vai até 13 de maio. Além de idosos e indígenas, serão atendidas crianças até 2 anos, gestantes e profissionais da saúde. Meta é atingir 23,8 milhões de brasileiros
por Portal Brasil publicado: 20/04/2011 16h02 última modificação: 28/07/2014 12h51
Divulgação/Ministério da Saúde Campanha de vacinação começa em 25 de abril e vai até 13 de maio

Campanha de vacinação começa em 25 de abril e vai até 13 de maio

Começa nesta segunda-feira (25) a 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que se estenderá até 13 de maio em 65 mil postos em todo o País. No sábado seguinte ao início da campanha, 30 de abril, ocorrerá o Dia de Mobilização Nacional para estimular a ida da população aos pontos de imunização. O Ministério da Saúde vai ampliar a população coberta pela imunização do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A partir deste ano, além de idosos e populações indígenas, atendidos desde 1999, serão imunizadas crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais da saúde. A vacina a ser distribuída protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). A meta do ministério, estados e municípios é vacinar 80% da população alvo, o que representa cerca de 23,8 milhões de pessoas. 

“Estamos incluindo três grupos importantes na campanha e esse é o momento de sensibilizar e informar a população, principalmente esse novo público, para que procurem os postos de saúde durante a campanha e tomem a vacina”, enfatiza o ministro Alexandre Padilha. 

A ampliação do público da campanha foi definida pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, com base em estudos epidemiológicos e observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da influenza. Clique aqui e veja a apresentação da campanha de vacinação.

As complicações da influenza (pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes, como diabetes e hipertensão) são mais comuns nesses grupos - idosos e crianças com idade entre seis meses e dois anos, além das gestantes, que também são muito vulneráveis. Neste caso, a principal forma de prevenção é a vacinação. 

“A vacina é segura para todos. Não oferece risco algum. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Somente quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, garante o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. O secretário também esclarece uma dúvida comum na população: “É impossível pegar gripe pela vacina, como algumas pessoas costumam afirmar. O vírus usado nesta vacina é inativado”. 


Vacinação de crianças 

Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, quando será aplicada meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada, então, a segunda dose. 

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza vem contribuindo, ao longo dos anos, para a prevenção da gripe e suas complicações, além de causar um impacto considerável na redução das internações hospitalares, óbitos e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias. 

Na população com mais de 60, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias. Entre os residentes em casas de repousos e asilos a redução na mortalidade chega a 60%. 

Para a realização da campanha o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 33 milhões de doses da vacina contra a influenza, ao custo de R$ 229 milhões. A esse investimento somam-se os recursos das transferências fundo a fundo realizadas para as secretarias de saúde estaduais e municipais, que podem aplicá-los na aquisição de seringas, agulhas e outras despesas. A campanha conta ainda com recursos das próprias secretarias, possibilitando o funcionamento de aproximadamente 65 mil postos de vacinação. 

Quem será vacinado 

Toda a população de 60 anos ou mais, toda a população indígena (acima de 6 meses de vida), crianças com idade entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais de saúde. 

Contraindicações 

Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.


Fonte:
Ministério da Saúde

 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Saúde reforça atendimento para o Rio 2016
Após os Jogos Olímpicos, as ambulâncias serão utilizadas na renovação de frota do Samu
Violência sexual: atendimento é simplificado
Portaria interministerial estabelece diretrizes para o atendimento integrado e humanizado às vítimas de violência sexual por profissionais de segurança pública e do SUS
Anvisa determina novas regras para doação de sangue
Normas devem aumentar segurança para receptores e doadores de sangue
Após os Jogos Olímpicos, as ambulâncias serão utilizadas na renovação de frota do Samu
Saúde reforça atendimento para o Rio 2016
Portaria interministerial estabelece diretrizes para o atendimento integrado e humanizado às vítimas de violência sexual por profissionais de segurança pública e do SUS
Violência sexual: atendimento é simplificado
Normas devem aumentar segurança para receptores e doadores de sangue
Anvisa determina novas regras para doação de sangue

Últimas imagens

Suplemento alimentar beneficia mais de 330 mil crianças no País
Suplemento alimentar beneficia mais de 330 mil crianças no País
Conheça os sintomas, como se transmite e a importância de se vacinar contra a doença
Conheça os sintomas, como se transmite e a importância de se vacinar contra a doença
Conheça os tipos de HPV que podem causar câncer e a importância de se vacinar contra o vírus
Conheça os tipos de HPV que podem causar câncer e a importância de se vacinar contra o vírus
Maioria dos médicos que se apresentou (1.896) optou pelo benefício da pontuação de 10% nas provas de residência médica
Maioria dos médicos que se apresentou (1.896) optou pelo benefício da pontuação de 10% nas provas de residência médica
Divulgação/Governo da Bahia
Por ser uma doença infecciosa, o diagnóstico torna-se ainda mais importante
Por ser uma doença infecciosa, o diagnóstico torna-se ainda mais importante
Divulgação/Governo de São Paulo

Governo digital