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Saúde

Começa a vacinação contra aftosa no Amapá e no Rio Grande do Norte

por Portal Brasil publicado: 04/05/2011 16h39 última modificação: 28/07/2014 12h52
Assessoria de Comunicação/Idaf Pecuaristas precisam entregar a comprovação da vacina nas unidades veterinárias locais ou nos escritórios de atendimento à comunidade

Pecuaristas precisam entregar a comprovação da vacina nas unidades veterinárias locais ou nos escritórios de atendimento à comunidade

Pelo menos 90% do rebanho de bois e búfalos criados no Rio Grande do Norte devem receber, durante este mês, a dose da vacina que protege contra a febre aftosa. O Rio Grande do Norte tem quase 40 mil propriedades rurais. No estado do Amapá, a previsão é que sejam imunizados cerca de 90 mil cabeças – 30% do rebanho estadual –, em 2.081 propriedades. Nos dois estados a campanha começou no último domingo (1º) e vai até o último dia do mês (31).

No RN, as propriedades consideradas de risco são aquelas nos municípios que fazem fronteira com a Paraíba e o Ceará. “Nesses locais, bem como nos municípios que apresentaram índices de vacinação abaixo de 80% em outubro de 2010, as ações de educação sanitária e vacinações assistidas serão intensificadas”, garante o fiscal federal agropecuário Eleu de Oliveira Pereira, do Serviço de Saúde, Inspeção e Fiscalização Animal do Rio Grande do Norte.

Já no estado do Amapá, a maior preocupação da campanha é quanto às condições climáticas na região. “Nesta época do ano, o estado sofre muito com inundações. Isso dificulta a vacinação”, justifica o chefe da Divisão de Defesa Agropecuária (DDA) da Superintendência Federal de Agricultura do Amapá, Renato Portal.

O estado passou a ser considerado área de alto risco para a febre aftosa em outubro de 2010, apesar de não registrarem casos da doença há 14 anos na unidade. O chefe da DDA acredita que o constante reforço na vacinação pode ampliar ainda mais a cobertura nas próximas etapas da campanha. “O Amapá é um dos últimos estados brasileiros que está lutando para ser reconhecido como livre de febre aftosa com vacinação, status que elevaria a classificação do país internacionalmente”, explica.

O rebanho potiguar representa uma pequena parcela do rebanho nacional, uma vez que há um predomínio de pequenos pecuaristas. “O maior produtor do estado possui uma média 6.000 cabeças de bovinos”, destaca Eleu Pereira. O predomínio é da pecuária leiteira, com quase 80% da carne consumida vinda de outros estados.

Após a imunização, o pecuarista potiguar precisa declarar a vacinação do rebanho até 15 dias depois de aplicar a dose nos animais. Basta procurar uma Unidade de Saúde Animal e Vegetal ou um dos 150 Escritórios de Atendimento à Comunidade. O último caso de febre aftosa registrado no Rio Grande do Norte foi no ano de 2000, no município de Montanhas.

Já no estado do Amapá, os pecuaristas têm até o dia 30 de junho para entregar a comprovação da vacina em uma das 14 Unidades Veterinárias Locais ou nos três Escritórios de Atendimento à Comunidade. A segunda fase da imunização ocorrerá a partir do dia 1º de novembro, quando todo rebanho será protegido novamente.


Fonte:
Ministério da Agricultura

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