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Males do fumo passivo

Fumantes passivos têm um risco 30% maior de contrair câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes, segundo pesquisas do Instituto Nacional do Câncer
por Portal Brasil publicado: 31/05/2011 16h53 última modificação: 28/07/2014 12h52

A fumaça exalada por cigarros ou qualquer produto que seja derivado do tabaco é denominada poluição tabagística ambiental (PTA). Por ser extremamente tóxica, a inalação dessa fumaça por pessoas não-fumantes é chamada de tabagismo passivo ou fumo passivo.

A adoção de ambientes livres do fumo é o único modo de proteger a população das doenças causadas pela PTA, já que ficou comprovado que não existem níveis seguros de absorção da fumaça de cigarros. 

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente dois bilhões de pessoas são vítimas do fumo passivo no mundo, sendo que destas, 700 milhões são crianças, que sofrem com maior incidência de bronquites, pneumonia e infecções de ouvido, entre outras doenças. No Brasil, as crianças são 40% das vítimas do fumo passivo.

Os problemas de saúde a que o fumante passivo está exposto são inúmeros: câncer de pulmão ou da face, doença cardiovascular, infarto, AVC (acidente vascular cerebral) e enfisema pulmonar, dentre outras. “Um fumante passivo pode chegar a consumir o equivalente a 10 cigarros por dia, dependendo da exposição a que sofre”, afirma Ricardo Meirelles, pneumologista e técnico da Divisão de Controle de Tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Ele alerta também que quem convive com pessoas que fumam em ambientes fechados têm o dobro de chances de contrair doenças, comparadas aos não-fumantes que respiram ar puro diariamente.

Segundo a OMS, o fumo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo e a fumaça do cigarro, o principal agente poluidor de ambientes fechados.

Fontes:
Instituto Nacional do Câncer (Inca)
Aliança de Controle do Tabagismo

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