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Saúde

Homens são maioria das vítimas das hepatites B e C

por Portal Brasil publicado: 29/07/2011 15h13 última modificação: 28/07/2014 12h53

A maioria das vítimas de hepatites B e C no País são homens, segundo levantamento divulgado nessa quinta-feira (28) pelo Ministério da Saúde. Nos últimos dez anos, mais da metade dos casos desses dois tipos da doença atingiram o sexo masculino.

De 1999 a 2010, foram identificados 69.952 casos de hepatite C, sendo 42.342 em homens. A faixa etária entre 40 e 59 anos concentrou 54% das notificações.

No Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, o ministério também divulgou estudo de prevalência das hepatites A, B e C nas capitais e no Distrito Federal.

De acordo com o estudo, 39,5% da população nas capitais tiveram ou têm o tipo A da doença, transmitida por água e alimentos contaminados pelo vírus. O percentual de hepatite B foi 0,37% e 1,38% do tipo C, ambos transmitidos por meio de sangue ou secreções contaminadas.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os dados reforçam a importância do acompanhamento e da prevenção das hepatites virais. “Esse inquérito [estudo] oferece uma projeção da situação do Brasil, mas reforça a importância de criarmos o acesso ao diagnóstico e ao tratamento. O mapeamento nas capitais foi muito importante, porque apresenta dados atualizados do Brasil inteiro. A partir desses dados, podemos construir outros estudos sorológicos.”

Conforme o levantamento, nas capitais a incidência do tipo B é dez vezes maior entre as pessoas de 20 a 69 anos. Isso mostra que as relações sexuais sem o uso de preservativos têm sido a principal forma de contágio. Entre crianças e adolescentes, a prevalência é menor, segundo o ministério, por causa da vacinação contra a doença.

Quanto à hepatite C, é mais prevalente nas capitais da região Norte e menor nas do Nordeste . No Centro-Oeste, Sudeste e no Sul, a taxa é semelhante. Esse é o tipo mais agressivo da doença. Se não diagnosticado e tratado precocemente, aumenta o risco de agravar a saúde do paciente, podendo resultar em uma cirrose ou câncer hepático.

A pesquisa nas capitais e no DF ouviu 26 mil pessoas, entre 5 e 69 anos. Do total, 6.468 fizeram teste de hepatite A e 19.634 dos tipos B e C.


Fonte:
Agência Brasil

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