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Saúde

Hospital federal realiza primeira cirurgia para retirada de útero por vídeo

por Portal Brasil publicado: 18/07/2011 21h07 última modificação: 28/07/2014 12h53

A equipe do Serviço de Ginecologia do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) realizou nesta segunda-feira (18) a primeira cirurgia de retirada de mioma e útero por laparoscopia. A single port de histerectomia laparoscópica é um procedimento conduzido por vídeo, que utiliza somente uma única incisão no umbigo, minimamente invasiva. A operação foi conduzida pelo cirurgião Marco Aurélio Pinho de Oliveira, responsável pelo Serviço de Ginecologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto (UERJ), e pelo cirurgião do Serviço de Ginecologia do HFB, Thiago Rodrigues Dantas Pereira. 

Segundo o chefe do Serviço de Ginecologia do HFB, Luiz Zamagna, o cirurgião e professor Marco Aurélio foi convidado por ser um profissional de referência nacional e expressão internacional na área ginecológica, atuando na Fiocruz e na Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. O primeiro procedimento single port realizado no mundo aconteceu em 2008, na Índia, e em 2009, no Brasil. 

O procedimento teve duração de duas horas e contou com três cirurgiões. A paciente, de 43 anos, tinha mioma uterino, sangramento abundante e dor pélvica. Para o médico Thiago Rodrigues, o novo método é um avanço em termos de histerectomia por usar apenas uma punção. “A mentalidade do nosso Serviço de Ginecologia está focada nos procedimentos minimamente invasivos. Graças aos equipamentos de ponta que temos no hospital, tais como material de vídeo, pinças, suporte de anestesia, entre outros, foi possível realizar esta cirurgia”, disse. 

Zamagna explicou as vantagens do procedimento ressaltando que a cirurgia single port é realizada através de uma única incisão no umbigo do paciente. “É uma forma de cirurgia que geralmente resulta em menos complicações e uma recuperação mais rápida. É esteticamente melhor e a paciente sente menos dor”, disse o médico. A paciente terá alta em 24 horas e passa bem. 


Fonte:
Ministério da Saúde

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