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Saúde

Municípios da Grande Belo Horizonte aderem à Rede Cegonha e ao Samu

por Portal Brasil publicado: 01/07/2011 17h16 última modificação: 28/07/2014 12h53

Os municípios mineiros que integram a região metropolitana de Belo Horizonte (MG) assinaram, nesta sexta-feira (1º), o termo de compromisso para a adesão à Estratégia Rede Cegonha e à Rede de Urgência e Emergência (Samu/192). “Estamos implantando essa nova política de redes, em que o Ministério da Saúde apoia o município, o estado organiza os serviços, desde a atenção básica até o cuidado ao longo da atenção hospitalar”, afirmou o ministro Alexandre Padilha, na cerimônia de assinatura do termo, com representantes da prefeitura de Belo Horizonte, secretaria estadual de Saúde e a Associação dos Municípios da região metropolitana de BH. 

“Até 2014, prevemos repassar R$ 220 milhões para essas duas redes na região”, anunciou. Ainda pela manhã, o ministro Alexandre Padilha visitou o Hospital Universitário Risoleta Tolentino Neves, em Belo Horizonte, e anunciou o repasse de R$ 1,5 milhão, por ano, para custeio dos serviços oferecidos pela instituição. 

Em 2010, o governo federal repassou mais de R$ 20 milhões para a unidade que possui 357 leitos para o atendimento de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição atende a região metropolitana de BH, que é composta por 34 municípios. 


Redes 

A Rede Cegonha é um conjunto de medidas para garantir a todas as brasileiras atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida do bebê. A estratégia contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2016. A Rede Cegonha foi lançada em março deste ano pelo governo federal, na capital mineira. 

Outro tema debatido com os gestores locais foi o fortalecimento da Rede de Urgência e Emergência de Minas Gerais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192) conta, atualmente, com 213 ambulâncias em funcionamento no estado e atende 7,8 milhões de habitantes em 105 municípios. 

São 15 centrais de regulação que operam no estado pelo programa. O Ministério da Saúde repassa R$ 27,5 milhões, por ano, para manutenção dos serviços do Samu. 

O estado também possui oito Unidades de Pronto Atendimento (Upas 24 horas) em funcionamento.O repasse do governo federal para o custeio dessas unidades é de R$ 21 milhões, por ano. 

Em Minas Gerais, estão previstas mais 59 UPAs em 48 municípios, o que corresponde a um investimento de R$ 120,4 milhões na construção e compra de equipamentos. O Ministério da Saúde já repassou R$ 30,11 milhões (25% do total de recursos previstos). A previsão de custeio quando essas unidades forem inauguradas é de R$ 127,5 milhões por ano.


Fonte:
Ministério da Saúde

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