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Saúde

Anfetaminas são a segunda droga mais consumida no mundo, diz Unodc

por Portal Brasil publicado: 13/09/2011 16h38 última modificação: 28/07/2014 12h56

Os estimulantes do tipo anfetamínicos, como o ecstasy e a metanfetamina, droga estimulante do sistema nervoso central, são o segundo tipo mais consumido no mundo, atrás apenas da maconha. Os dados fazem parte do Relatório Global de Estimulante do Tipo Anfetamínico, divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) nesta terça-feira (13).

Segundo o texto, enquanto as apreensões de maconha, heroína e cocaína permaneceram praticamente estáveis em todo mundo, entre 2005 e 2009, houve aumento das apreensões de anfetaminas no período, com exceção do ecstasy, que se manteve constante.

O relatório afirma que o mercado de produção de anfetaminas evoluiu de uma indústria caseira, com produção em pequena escala, para um mercado com maior integração e grupos de crime organizado envolvidos ao longo da cadeia de produção e abastecimento.

“Acessíveis e fáceis de fabricar, são drogas de escolha atraente para usuários em todas as regiões do mundo e oferecem aos criminosos uma entrada a mercados ainda não explorados. Ao contrário das drogas à base de plantas, as sintéticas podem ser fabricadas em qualquer lugar, com baixo investimento inicial por parte dos criminosos”, explica o texto.

O estudo da Unodc mostra que a fabricação das metanfetaminas está sendo cada vez mais relatada na América Central e do Sul, com laboratórios sendo desmantelados no Brasil, Guatemala e Nicarágua.

Dados do relatório mostram que as autoridades brasileiras encontraram laboratórios de ecstasy em 2008 e 2009, e um laboratório de metanfetamina em 2009. Em 2010, o Brasil apreendeu 2.740 comprimidos de ecstasy e 5.910 unidades de metanfetamina.

Brasil, Venezuela e Argentina são os países com as maiores taxas de consumo de anfetaminas na América do Sul.

O uso das anfetaminas por meio injetável é apontado pela Unodc como uma preocupação emergente devido à ligação desse tipo de uso com a propagação do vírus HIV.  O uso intravenoso dessas drogas vem ocorrendo notavelmente no Leste e Sudeste Asiático e em partes da Europa Oriental e Ocidental.


Fonte:
Agência Brasil

 

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