Saúde
Ministério participa de simulação de acidente nuclear
O Ministério da Saúde encerra, nesta quinta-feira (1°), a participação em atividade de simulação em casos de acidentes nucleares realizada em Angra dos Reis (RJ). A ação, que tem a participação de organizações civis, militares, governamentais e não-governamentais, faz parte do plano de emergência da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, composta pelas usinas Angra I e II.
O ministério participa do evento por meio da distribuição do medicamento iodeto de potássio. Este remédio, no caso de situações reais, é fornecido aos moradores da região afetada pela radiação para saturar a tireóide e impedir a absorção do iodo radioativo. A explicação é do enfermeiro Mauro Xavier, coordenador do Distrito Sanitário de Atenção Básica da Fundação Municipal de Saúde de Angra dos Reis-RJ (Fusar).
De acordo com a coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, Daniela Buosi, a realização de exercícios e simulados é estratégica para que o País esteja preparado para as emergências em saúde pública. “A aplicação de qualquer simulação dá respaldo e garante maior eficácia a uma resposta rápida em casos como este, ou quaisquer outros que possam vir acontecer”, esclarece.
De acordo com o engenheiro eletricista Paulo Werneck, coordenador do Plano de Emergência Local (PEL) da Eletrobrás , a possibilidade de um acidente nuclear no complexo de Angra é remota, mas é preciso que a comunidade, os trabalhadores e todos os agentes e setores envolvidos estejam preparados.
Fonte:
Ministério da Saúde
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil
















