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Saúde

Capitais que se destacam na promoção de atividades físicas à população recebem homenagem

por Portal Brasil publicado: 03/11/2011 19h07 última modificação: 28/07/2014 12h49

As prefeituras que estimulam a prática de atividades físicas foram homenageadas nesta quinta-feira (3) pelo Ministério da Saúde. Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Recife (PE) e Vitória (ES) inspiraram o programa Academias da Saúde, lançado em abril. Uma das iniciativas mais antigas é a de Vitória, que começou em 1991 e já conta com cerca de 24 mil pessoas praticando atividades físicas regulares.

“Estruturamos módulos de atividade física que se espalharam pela cidade. Hoje, todas as regiões de Vitória têm um módulo. E isso cresceu para além das atividades. Nas unidades de saúde temos atividades com grupos de mulheres, de gestantes, de hipertensos, de diabéticos”, explicou o secretário de Saúde da capital capixaba, Luiz Carlos Reblim. A secretaria também promove atividades específicas para idosos. Há na cidade 20 academias para esta faixa etária e, até o incio de 2012, esse número deve chegar a 50. Nesses lugares, os idosos fazem exercícios, musculação, caminhadas, hidroginástica e ginástica localizada.

Em Recife, a professora de educação física Raquel Bezerra disse que, além das atividades físicas, as pessoas recebem informações sobre nutrição e práticas de lazer. “Temos pessoas idosas, adultos, jovens, adolescentes, crianças. Também há pessoas com hipertensão, diabetes, osteoporose”, disse a professora. Na capital pernambucana, cerca de 70 pessoas são atendidas por dia pelo programa de estímulo da prática de exercícios.

Mais academias

O Ministério da Saúde anunciou os municípios que serão contemplados pelo Programa Academia da Saúde, que estimulam a criação de espaços adequados para a prática de atividades físicas e lazer. Em todo o Brasil, foram selecionados 2 mil polos que serão instalados em 1.828 municípios. O anúncio foi realizado durante a 11ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi).

“As Academias da Saúde são mais do que espaços públicos de lazer: trata-se de meios de acesso às práticas corporais pela maioria da população, com impacto direto na qualidade de vida e na saúde das pessoas”, ressaltou Alexandre Padilha, ministro da Saúde. Padilha observa que a construção desses espaços é uma das estratégias do governo federal para a promoção da saúde, prevenção de enfermidades e redução de mortes prematuras por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – medidas previstas no Plano de Ações Estratégicas para Enfretamento das DCNT. Lançado em agosto, o plano tem como meta a redução de 2% ao ano das mortes prematuras por essas doenças. O objetivo é alcançar melhorias em indicadores relacionados ao tabagismo, álcool, sedentarismo, à alimentação inadequada e obesidade.

Sedentarismo e Obesidade

De acordo com o estudo Vigitel 2010, 16,4% dos brasileiros são sedentários, ou seja, não fazem nenhuma atividade física, nem mesmo nos deslocamentos diários ou em atividades como a limpeza da casa ou outros tipos de trabalho. A pesquisa também mostra que, nos períodos de lazer, 25,8% dos brasileiros passam três ou mais horas em frente à televisão, durante cinco ou mais vezes por semana. Além disso, apenas 15% dos adultos são ativos no tempo livre, com maior proporção entre homens (18,5%) na comparação com as mulheres (12%) e existe diferença importante em relaçao a escolaridade: 12% da populaçao com menos escolaridade é ativa e 20% da populaçao com 12 anos ou mais de escolaridade é ativa, mostrando a importancia de investir em espaços que promovam atividade física para ampliar o acesso da população de baixa renda.  A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a prática de 30 minutos de atividade física, durante cinco ou mais dias por semana.

Outro indicador preocupante se refere ao sobrepeso e à obesidade. O Vigitel 2010 mostra que 48% dos brasileiros estão acima do peso e, desses, 15% são obesos.

Fonte:
Ministério da Saúde
Agência Brasil

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