Você está aqui: Página Inicial > Saúde > 2011 > 11 > Consumo de alimentos à base de aloe vera ou babosa ainda não é seguro, diz Anvisa

Saúde

Consumo de alimentos à base de aloe vera ou babosa ainda não é seguro, diz Anvisa

por Portal Brasil publicado: 17/11/2011 17h21 última modificação: 28/07/2014 12h49

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, nesta quinta-feira (17) que alimentos e sucos à base de aloe vera não devem ser consumidos pela população. Segundo a Anvisa, ainda não há comprovação de segurança de uso desses alimentos.

A aloe vera é uma planta conhecida popularmente como babosa. No Brasil, tem o uso autorizado em produtos cosméticos e em medicamentos fitoterápicos com a função cicatrizante. A planta ainda está classificada como ‘novos alimentos’. O registro da Anvisa da aloe vera para ser comercializada como alimento ainda não foi emitido.

Todos os documentos científicos apresentados para a Anvisa, em pedidos de registro de alimentos à base aloe vera, foram insuficientes para comprovar que o consumo desses alimentos não representa risco para a saúde da população. A agência constatou, ainda, ausência de estudos toxicológicos sobre esse produto.

Segundo a Anvisa, as substâncias antraceno e antraquinona, presentes na aloe vera, são mutagênicas, ou seja, podem causar mutação nas células humanas.  Segundo o documento, a aloe vera apresenta produtos potencialmente tóxicos. Assim, não possuem efeitos somente imediatos e facilmente correlacionados com sua ingestão, mas também efeitos que se instalam em longo prazo e de forma assintomática, podendo levar a um quadro clínico severo, algumas vezes fatal.

Na última segunda-feira (14), a Anvisa proibiu a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de aloe vera. Em alimentos, essa substância só pode ser utilizada como aditivo na função de aromatizantes.

O Informe Técnico publicado pela agência, pode ser acessado no site da Anvisa.  

 

Fonte:
Anvisa 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

Missão Transplante

Últimos vídeos

Fábrica de medicamentos biológicos é inaugurada no DF
Medicamentos biológicos são produtos inovadores para o tratamento de doenças crônicas, como câncer, diabetes, artrite reumatoide e esclerose múltipla
Governo libera R$ 220 milhões para hospitais universitários de todo o País
Recursos serão distribuídos entre 48 hospitais das cinco regiões
Base integra informações dos sistemas de medicamentos dos estados e municípios
Consumo de medicamentos de cada estado e município, proximidade da data de vencimento e outras perguntas serão respondidas com a criação de uma base que integra as informações dos sistemas de estados e municípios ao sistema nacional
Medicamentos biológicos são produtos inovadores para o tratamento de doenças crônicas, como câncer, diabetes, artrite reumatoide e esclerose múltipla
Fábrica de medicamentos biológicos é inaugurada no DF
Recursos serão distribuídos entre 48 hospitais das cinco regiões
Governo libera R$ 220 milhões para hospitais universitários de todo o País
Consumo de medicamentos de cada estado e município, proximidade da data de vencimento e outras perguntas serão respondidas com a criação de uma base que integra as informações dos sistemas de estados e municípios ao sistema nacional
Base integra informações dos sistemas de medicamentos dos estados e municípios

Últimas imagens

Soro
Divulgação/Prefeitura de Campo Verde (MT)
País vai tratar 657 mil pessoas a partir de 2018. Pacientes com quadros mais grave da doença terão prioridade
País vai tratar 657 mil pessoas a partir de 2018. Pacientes com quadros mais grave da doença terão prioridade
Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde
País vai tratar 657 mil pessoas a partir de 2018. Pacientes com quadros mais grave da doença terão prioridade
País vai tratar 657 mil pessoas a partir de 2018. Pacientes com quadros mais grave da doença terão prioridade
Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde
País vai tratar 657 mil pessoas a partir de 2018. Pacientes com quadros mais grave da doença terão prioridade
País vai tratar 657 mil pessoas a partir de 2018. Pacientes com quadros mais grave da doença terão prioridade
Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde

Governo digital