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Saúde

Anvisa recomenda vacinação contra sarampo em viagens para Europa

por Portal Brasil publicado: 16/12/2011 18h03 última modificação: 28/07/2014 12h48

Dados da Organização Mundial da Saúde, divulgados no início deste mês, apontam que os países da Europa registraram cerca de 26 mil casos de sarampo durante o ano de 2011. A França  foi o país que apresentou o maior número de casos da doença.

Para evitar problemas de saúde relacionados à doença, os brasileiros que vão viajar para a região não devem esquecer a vacina. “Apesar de não ser uma exigência, se considerarmos que foram diagnosticados casos de sarampo em 36 países da Europa, é fundamental que os brasileiros que vão se deslocar para o continente estejam vacinados contra a enfermidade”, orienta o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agenor Álvares.

De acordo com o diretor, a vacinação é a medida mais eficaz de prevenção contra o sarampo e pode ser encontrada gratuitamente nos postos de saúde do País. O calendário de vacinação da criança estabelece que a vacina tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) deve ser aplicada aos 12 meses de vida, com uma dose de reforço entre quatro e seis anos de idade.

Adultos até 39 anos, se homem, e até 49 anos, no caso das mulheres, também necessitam verificar se estão atualizados com as duas doses da vacina. A única exceção é para a as gestantes, que não podem tomar a vacina.

Desde 2000, não há casos de circulação do vírus do sarampo no Brasil. “Os casos de sarampo que tivemos depois desta data foi justamente de pessoas que chegaram infectadas de outros países, por isso, a vacinação é uma medida preventiva não só para o viajante como também para impedir a entrada desta doença em nosso País”, ressalta Álvares.

Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa aguda do sistema respiratório, altamente contagiosa, usualmente de evolução benigna, que tem como principal complicação a broncopneumonia. Seus principais sintomas são: febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, mal-estar geral, coriza, conjuntivite e tosse.

 

Fonte:
Anvisa

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