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Saúde

Comitiva técnica avalia situação da febre aftosa no Paraguai

por Portal Brasil publicado: 01/12/2011 17h39 última modificação: 28/07/2014 12h48

Os 11 países membros da Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) anunciaram, que a partir desta quinta-feira (1º), será realizada uma missão técnica multinacional ao Paraguai na região do foco da doença. A decisão foi anunciada, nesta quarta-feira (31), durante a 4ª Reunião Extraordinária da Cosalfa, no Rio de Janeiro.

Um grupo de oito técnicos do Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP) e do Centro Panamericano de Febre Aftosa (Panaftosa) permanecerá no Paraguai até o dia 10 de dezembro. O objetivo é avaliar a situação in loco e apontar medidas corretivas e futuras atuações conjuntas.

A partir desta quinta-feira (1º), também ocorrerá uma reunião com os estados integrantes da área livre de aftosa, em Brasília. O objetivo do encontro, que será realizado até o dia 2 de dezembro, é avaliar o Plano Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) e analisar a possibilidade de ampliação da zona livre da doença.

O diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e presidente da Cosalfa, Guilherme Marques, explica que o Brasil é o País mais pró-ativo porque tem como meta o reconhecimento de todo o território como livre de aftosa com vacinação até 2013. “Precisamos de incrementos nos serviços veterinários estaduais. É por isso que as estratégias regionais e internacionais são fundamentais”, declara.

A decisão contempla uma das recomendações definidas na 21ª reunião de ministros do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), em Brasília. Durante a reunião, que ocorreu nos dias 22 e 23 de novembro, os ministros defenderam que todos os países da região prestem o apoio necessário ao Paraguai. Defenderam ainda que as autoridades paraguaias recebam os profissionais do Comitê Veterinário Permanente do Mercosul para desenvolver atividades relacionadas á melhoria do status sanitário.

 

Fonte:
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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