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Saúde

Governo federal libera R$ 6,4 mi para tratamento de usuários de crack em São Paulo

por Portal Brasil publicado: 18/01/2012 20h26 última modificação: 29/07/2014 09h10

O Ministério da Saúde vai liberar recursos para a criação de 10 novas Unidades de Acolhimento Transitório para atendimento a usuários de crack e outras drogas na cidade de São Paulo. Os novos serviços somarão até 150 leitos para atendimento e internação em casos graves. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (18) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em reunião com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

As unidades de acolhimento somam-se a outras ações do ministério já anunciadas em dezembro para a capital, como a implantação de 16 Consultórios na Rua, para busca ativa dos pacientes, e dois novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) 24 horas. O município de São Paulo é prioritário no apoio do governo federal e receberá R$ 6,4 milhões até o final deste ano para ampliação das ações de ampliação da rede para atendimento aos usuários.

As ações fazem parte do plano “Crack, É Possível Vencer”, lançado dezembro do ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. Metade desse valor, R$ 3,2 milhões, já foi empenhado pelo ministério em dezembro.

“O crack é um grave problema, não só na cidade de São Paulo, mas no estado de São Paulo, no País”, ressaltou o ministro, que também visitou o Caps Álcool e Drogas da Praça da Sé, no centro da cidade, e as obras da prefeitura no complexo da Rua Prates, no bairro Bom Retiro.

Em todo o País, o plano prevê investimentos de R$ 4 bilhões e a abertura de 13.614 novos leitos para usuários de crack e outras drogas, como o álcool, até 2014. Os leitos serão distribuídos da seguinte forma: 1,4 mil em Caps Álcool e Drogas, 3.604 em enfermarias especializadas e 8.610 em Unidades de Acolhimento Transitório.

“O importante é que a gente reforce as ações coordenadas. De um lado, prevenção, cuidado e repressão ao mercado da droga. E de outro, ações coordenadas entre as três esferas de governo: federal, estadual e municipal. Ninguém tem condições de resolver esse problema sozinho”, alertou o ministro.

 

Fonte:
Ministério da Saúde

 

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