Saúde
Pais devem incentivar filhos a comer alimentos saudáveis durante férias escolares
O Ministério da Saúde recomenda que pais incentivem filhos a se alimentarem com frutas frescas, água, suco natural e comidas saudáveis e variadas para evitar consumirem guloseimas durante o período de férias escolares. Maus hábitos alimentares podem levar à obesidade infantil.
No período das férias escolares é necessário estar atento à alimentação das crianças. "Este é o momento ideal para a família e amigos reforçarem a prática da alimentação saudável ou aproveitar o tempo livre para rever hábitos alimentares", destaca a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime.
Os alimentos semi-prontos ou considerados "ultra-processados", como por exemplo, biscoitos, salgadinhos e refrigerantes, muito apreciados pelo público infantil, geralmente são bastante consumidos nesta época do ano. Mas, o excesso destes alimentos ricos em açúcares, sal e gorduras trans e saturadas podem levar à obesidade e ao diabetes tipo 2 ainda na infância, como alerta Patrícia Jaime. "É sempre importante que os pais estimulem a prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável entre os filhos. Nas férias, a dica é ter sempre em casa frutas frescas, água e suco natural em locais de fácil acesso às crianças como forma de se evitar ou substituir as guloseimas", aconselha.
A fim de tornar os momentos de refeição mais atrativos, prazerosos e pedagógicos, a sugestão da coordenadora do Ministério da Saúde é oferecer às crianças comidas variadas e coloridas, contemplando todos os grupos de alimentos, como cereais, legumes, frutas, laticínios, carnes. "Que devem ser bem distribuídos ao longo do dia", acrescenta Patrícia Jaime.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a obesidade entre crianças e adolescentes apresenta índices crescentes a cada ano. De acordo com o estudo, uma em cada três crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com peso acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde.
Fonte:
Ministério da Saúde
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