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Saúde apresenta relatório parcial de investigação sobre óbitos em surto no Acre

por Portal Brasil publicado: 25/01/2012 16h09 última modificação: 29/07/2014 09h10

Uma equipe de profissionais do Ministério da Saúde percorrerá em cinco dias as sete aldeias que tiveram óbitos por doença diarreica aguda, em Santa Rosa do Purus, no Acre. Além dos grupos de atendimento a população, um grupo de investigação epidemiológica do ministério está na região para identificar o agente causador do possível surto, se há vínculo entre os óbitos e quais os fatores de risco. Na última segunda-feira (23), a equipe de trabalho apresentou o primeiro relatório parcial de investigação.

Dados preliminares apontam a ocorrência de 263 casos entre 23 de outubro do ano passado e 24 de janeiro deste ano. Dos 12 óbitos registrados até terça-feira (24), três foram descartados como decorrentes do surto – dois laudos apontaram causas respiratórias para as mortes; outro foi de uma criança que vivia na região do município de Pauiní, no Amazonas, logo sem vínculo epidemiológico com os casos de Santa Rosa do Purus.

Os profissionais continuarão o atendimento e as ações de assistência à saúde dos indígenas, com ações como suporte nutricional e orientação para desinfecção da água. Além disso, serão coletadas amostras para realização de exames laboratoriais dos casos registrados.

A ação foi definida durante reunião na noite de segunda-feira (23) entre o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves; a secretária de Saúde de Santa Rosa, Francisca Souza; o chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Purus (Dsei), Raimundo Costa; o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena, Gerson Severino da Silva Manchineli, e lideranças indígenas.

O anúncio faz parte do plano emergencial na região, que tem como foco 233 crianças indígenas, com até quatro anos de idade, que vivem nas aldeias Novo Repouso, Nova Família, Morada Nova, Nova Fronteira, Novo Marinho, Nova Moema e Canamary. O objetivo é evitar o adoecimento e o agravamento dos casos na localidade.

 

Fonte:
Ministério da Saúde

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