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Saúde

Saúde reforça combate a doenças negligenciadas, como hanseníase e esquistossomose

por Portal Brasil publicado: 01/02/2012 18h28 última modificação: 29/07/2014 09h08

O governo federal, em parceria com estados e municípios, intensifica as ações de combate às doenças negligenciadas como hanseníase, esquistossomose, tracoma e geohelmintíases. O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 25,9 milhões para que os 26 estados e o Distrito Federal fortaleçam em seus municípios as ações de promoção, prevenção e controle.

As doenças negligenciadas, também chamadas de doenças em eliminação, são causadas por agentes infecciosos ou parasitas, além de serem consideradas endêmicas em populações de baixa renda. Para obterem os recursos, os municípios definiram, juntamente com os seus estados, os planos de ações que serão adotados em cada região para o controle dessas doenças. Os municípios selecionados estão localizados em regiões consideradas endêmicas e que necessitam de ações articuladas entre os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Brasil é destaque mundial na produção de medicamentos para assistência a doenças negligenciadas, por meio de parcerias entre laboratórios públicos e privados. O investimento em laboratórios públicos produtores saltou de R$ 8,8 milhões em 2000 para mais de R$ 54 milhões em 2011.

Além disso, desde 2003, o ministério orienta grande parte de seus recursos a linhas de pesquisa relacionadas às doenças negligenciadas. O Brasil está no topo da lista de países que financiam pesquisa em dengue, segundo a GFinder List, instituição inglesa que realiza levantamento anual de pesquisas. De 2002 a 2010, o Ministério da Saúde financiou 518 projetos de pesquisa em doenças negligenciadas, investindo um total de quase R$ 95 milhões.

Em 2006, o Ministério da Saúde lançou o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento em Doenças Negligenciadas no Brasil, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia. Foram estabelecidas sete prioridades de atuação que compõem o programa em doenças negligenciadas: dengue, Doença de Chagas, leishmaniose, hanseníase, malária, esquitossomose e tuberculose.

 

Fonte:
Ministério da Saúde

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