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Saúde

Planos de saúde e beneficiários apostam em programas de qualidade de vida

por Portal Brasil publicado: 27/03/2012 16h59 última modificação: 29/07/2014 09h07

Os programas para promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças avançam nas operadoras de planos de saúde e beneficiam aproximadamente um milhão de usuários. Com o envelhecimento populacional e a maior ocorrência de doenças crônicas no País, cresce a importância do estímulo a esses programas desenvolvidos para a melhoria da qualidade de vida do beneficiário. 

Para estimular esses programas, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou, em agosto de 2011, as Resoluções Normativas 264 e 265, que incentivam as operadoras a implementarem programas dessa natureza.

Antes da vigência das citadas resoluções, 127 programas foram informados à ANS, com a estimativa de participação de 198 mil beneficiários. Em fevereiro, após seis meses de vigência, são 543 programas com a participação de 932 mil beneficiários - o que representa um aumento de cinco vezes o número de usuários de planos de saúde beneficiados com a iniciativa. 

Os programas implementados pelas operadoras de planos de saúde a partir do incentivo da agência, além de estimular hábitos saudáveis, podem oferecer prêmios e descontos nas mensalidades dos planos.

“A iniciativa representa uma mudança de paradigma na saúde suplementar, pois o objetivo do sistema de saúde deve ser promover a saúde e não somente tratar doenças”, enfatiza o presidente da ANS, Mauricio Ceschin.

Os programas possuem enfoque nas atividades voltadas para temas como estímulo à atividade física, alimentação saudável, prevenção do câncer, das doenças sexualmente transmissíveis, da osteoporose, da hipertensão, da diabetes, do tabagismo e da obesidade. Outra área de atenção com grande destaque é a da saúde do idoso.

Por meio do monitoramento realizado pela agência, é possível verificar alguns resultados alcançados por esses programas, como a diminuição da exposição a fatores de risco, como inatividade física, alimentação indadequada e tabagismo; a adoção de hábitos saudáveis; o aumento da utilização de exames preventivos e tratamento precoce do câncer, entre outros. 

 

Fonte:
Agência Nacional de Saúde Suplementar

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