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Saúde

Pesquisa da Saúde revela que dirigir após beber é mais comum entre os homens

por Portal Brasil publicado: 11/04/2012 17h11 última modificação: 29/07/2014 09h06

Pesquisa do Ministério da Saúde realizada nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal aponta que 4,6% dos entrevistados admitiram dirigir após beber qualquer quantidade de bebida alcoólica. O hábito é mais comum entre os 25 e 44 anos. Para os homens, em qualquer faixa etária, a proporção é maior (8,6%) do que para as mulheres (1,2%). 

Os dados são da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011). No total, foram entrevistadas 54.144 pessoas no ano passado. 

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o resultado da pesquisa é muito preocupante e exige o reforço das ações para a redução de mortes e lesões no trânsito, em todo o País. 

“Medidas legislativas como o Código de Trânsito Brasileiro e a Lei Seca têm sido muito importantes para a prevenção dos acidentes de transporte terrestre. Por isso, é fundamental implementar e fortalecer essa lei, reforçar a fiscalização, além de adotar medidas de comunicação e educação de forma continuada e sistemática”, avalia Padilha. 

Entre as capitais, o hábito entre homens de beber qualquer quantidade de bebida alcoólica e dirigir é mais comum em: Florianópolis, 16,5%; Palmas, 15,9%; Curitiba, 12,9%; Goiânia, 12% e Porto Velho, 11,8%. 

Já as capitais com os menores percentuais para o sexo masculino são: Belém, 5%; Rio de Janeiro, 5%; Manaus, 6,3%; Rio Branco, 6,7% e Recife, 7%. 

Entre as mulheres, a capital com maior percentual também é Florianópolis, com 3,3%, representando mais do que o dobro do percentual do conjunto das capitais do País, que é de 1,2%. Em segundo lugar está o Distrito Federal, 2,4%; seguido por Vitória, 2,1%. 

Quando considerada a população geral, sem distinção de sexo, Florianópolis também se destaca com o maior percentual de pessoas que admitem beber antes de dirigir, chegando a 9,6% - o que representa mais que o dobro do percentual nacional, que é de 4,6%. Belém foi a cidade que teve a menor proporção, com 2,5%. 

 

Fonte:
Ministério da Saúde

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