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Saúde

Saúde investirá R$ 505 mi em unidades de tratamento contra o câncer no SUS

por Portal Brasil publicado: 18/04/2012 17h04 última modificação: 29/07/2014 09h06

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha disse, nesta quarta-feira (18), que a pasta irá investir cerca de R$ 505 milhões na rede de unidades oncológicas do Sistema Único de Saúde (SUS). O valor de R$ 325 milhões será aplicado em infraestrutura e R$ 180 milhões na compra de aceleradores lineares, equipamentos usados para radioterapia. 

SUS mantém centros de referência para tratamento das mais diversas doenças.

A previsão, de acordo com o ministério, é que nos próximos cinco anos sejam adquiridos 80 aceleradores lineares, expandindo o acesso ao tratamento para mais 28.800 pacientes ao ano.

Padilha explicou que a produção nacional desse tipo de equipamento só será possível com a futura instalação de uma fábrica no País, programada para entrar em atividade apenas em 2015. “Hoje não existe nenhuma fábrica que produza acelerador linear no nosso País e há pouquíssimos fornecedores mundiais - na verdade, apenas dois grandes e outros de menor escala”, disse Padilha.

Conforme o ministro, a instalação da fábrica fará com que a produção de equipamentos seja cada vez mais sustentável e gere inovação tecnológica e empregos para o Brasil.

As obras e os novos equipamentos devem ampliar tecnologicamente 48 unidades oncológicas que já oferecem radioterapia, além de criar mais 32 serviços. O objetivo, de acordo com Padilha, é reduzir a desigualdade no acesso aos serviços de radioterapia, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e no interior do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste.

Atualmente, 135 dos 269 hospitais habilitados em alta complexidade em oncologia no SUS oferecem serviços de radioterapia. Há ainda 13 serviços fora de hospitais. Ao todo, a rede pública responde por 75% de todos os serviços no País voltados para essa área.

Apenas este ano, foram identificados 260 mil casos de câncer em mulheres, dos quais 27% são de mama e de colo do útero. O combate a esses dois tipos de câncer é considerado prioridade pela pasta.

 

Fonte:
Agência Brasil

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