Você está aqui: Página Inicial > Saúde > 2012 > 05 > Organizações participaram de mobilização pela saúde da mulher e redução da morte materna

Saúde

Organizações participaram de mobilização pela saúde da mulher e redução da morte materna

por Portal Brasil publicado: 28/05/2012 16h49 última modificação: 29/07/2014 09h05

Redes e organizações da sociedade civil de diferentes estados brasileiros realizaram nesta segunda-feira (28) a Mobilização pela Promoção dos Direitos das Mulheres e Redução da Morte Materna.

No Rio de Janeiro, integrantes da Rede Estadual de Jovens Vivendo e Convivendo com HIV/Aids utilizaram a internet para divulgar uma campanha nacional sobre o tema. No dia 16 de junho o grupo vai realizar a oficina Estamos Todos Juntos Pela Redução da Morte Materna. Para a facilitadora da Rede, Damiana Cristina Adão, apesar dos avanços nas políticas públicas e na redução de mortes de gestantes, cerca de 90% das mortes de mulheres grávidas são evitáveis, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Hoje, de 92 mulheres que engravidam, uma morre durante o parto, segundo o Ministério da Saúde e a maioria é jovem. Por isso, queremos dar um grito para que a atenção à saúde da mulher seja humanizada e não discriminatória, pois muitas mulheres não têm condições financeiras nem de se deslocar para um hospital”, ressaltou.

As atividades da mobilização, que celebra nesta segunda-feira (28) a Luta Pela Saúde da Mulher e a Redução da Mortalidade Materna, estão agendadas para serem realizadas em todo o Brasil. Idealizada em 2009 pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) e pela Prefeitura do Município de Salvador, com apoio do Ministério da Saúde, a mobilização vem ganhando adesões.

Dados do relatório Tendências Sobre a Mortalidade Materna: 1990 a 2010, elaborado pela OMS, apontam que o País registrou uma redução de 51% nas mortes maternas, superior à média mundial (47%) e latino-americana (41%) para o período, mas ainda insuficiente para alcançar a meta do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio que estabelece uma redução de 75% em relação aos dados de 1990.

Ainda segundo o relatório, a cada dois minutos uma mulher morre por complicações na gravidez. As quatro causas mais comuns de morte são hemorragias graves após o parto, infecções, hipertensão durante a gravidez e abortos inseguros, realizados em más condições.

 

Fonte:
Agência Brasil

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Hospital da UnB amplia áreas de atendimento após repasses federais
Mais Médicos: um serviço ao Brasil
Médico aposentado que aderiu ao programa do governo federal resolve servir em comunidades carentes.
Mais Médicos para todos
Inscrito no programa do governo federal, médico aposentado defende utilidade do Mais Médicos.
Hospital da UnB amplia áreas de atendimento após repasses federais
Hospital da UnB amplia áreas de atendimento após repasses federais
Médico aposentado que aderiu ao programa do governo federal resolve servir em comunidades carentes.
Mais Médicos: um serviço ao Brasil
Inscrito no programa do governo federal, médico aposentado defende utilidade do Mais Médicos.
Mais Médicos para todos

Últimas imagens

Reinserção social de pessoas que sofreram com transtornos mentais está previsto em lei federal
Reinserção social de pessoas que sofreram com transtornos mentais está previsto em lei federal
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
Hospitais vão virar Centros Confirmadores das doenças e adotar um modelo único de atendimento a partir de abril
Hospitais vão virar Centros Confirmadores das doenças e adotar um modelo único de atendimento a partir de abril
Divulgação/Agência Brasil
Brasil Sorridente garante acesso ao tratamento odontológico gratuito no Sistema Único de Saúde
Brasil Sorridente garante acesso ao tratamento odontológico gratuito no Sistema Único de Saúde
Divulgação/Blog Planalto
Governo federal, DF e Goiás criam força-tarefa para combater o mosquito
Governo federal, DF e Goiás criam força-tarefa para combater o mosquito
Divulgação/EBC
Centro vai integrar em um único espaço serviços oferecidos a crianças com microcefalia
Centro vai integrar em um único espaço serviços oferecidos a crianças com microcefalia
Divulgação/Governo Maranhão

Governo digital