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Saúde

Substância para engorda de bois e porcos será aceita para exportação

por Portal Brasil publicado: 09/07/2012 17h41 última modificação: 29/07/2014 09h04

Pesquisa concluiu que a utilização da ractopamina não tem impacto sobre a saúde dos consumidores

Produtores e empresas que exportam carnes suína e bovina poderão comercializar músculos, gordura, rins e fígados dentro dos limites máximos para o uso da ractopamina, que é uma substância estimuladora do ganho de peso dos animais, para todos os países do mundo. 

A decisão foi anunciada durante a reunião do Codex Alimentarius (em inglês), órgão que estabelece os padrões de qualidade dos alimentos em nível internacional. A Comissão Alimentar concluiu por meio de pesquisas científicas que a utilização da ractopamina não tem impacto sobre a saúde dos consumidores.

No Brasil, o emprego da substância na criação de suínos já era permitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) há 10 anos.  Em confinamento de bovinos, a aplicação foi autorizada em 2011.

Na União Europeia e na China, grandes importadores de carne, a mistura de ractopamina na ração dos animais é proibida.  Enquanto, os Estados Unidos permitem a prática. 

Com a determinação, um país importador não pode proibir a entrada da carne que contenha a substância dentro dos padrões autorizados. O Codex deverá publicar a decisão formalmente nos próximos dias por meio do relatório da reunião. 

Leia mais:

Mais um frigorífico brasileiro é autorizado a exportar carne suína para a China 

Novo status do País em relação à doença da vaca louca reabrirá mercados, diz ministério

Argentina retoma as exportações de carne suína do Brasil

 

Fonte:

Ministério da Agricultura

 

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