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Saúde

Investimento na Saúde pretende reduzir óbitos e sequelas decorrentes de traumas

por Portal Brasil publicado: 24/08/2012 12h01 última modificação: 29/07/2014 09h04
Governo da Bahia Os pacientes beneficiados estão na fila do cadastro da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade do Ministério da Saúde

Os pacientes beneficiados estão na fila do cadastro da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade do Ministério da Saúde

Foi aberta consulta pública sobre Linha de Cuidado ao Trauma no SUS

O número de óbitos e sequelas provocadas por traumas cresceu significadamente nos últimos anos no País. Para reduzir o quadro, o Ministério da Saúde lançou nessa quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, uma consulta pública da Linha de Cuidados ao Trauma na Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE).

As principais novidades são a definição das diretrizes clínicas para o tratamento de pacientes, o estabelecimento de um protocolo único, a habilitação de centros de trauma e a criação de incentivos financeiros diferenciados para esses hospitais.

“Acredito que o aumento de recursos incentivará os hospitais a se especializarem no atendimento às vítimas de traumas”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele acredita que a “prevenção do trauma vai fortalecer a cidadania, por meio da oferta de serviços de saúde de forma mais ampla. Significa avançar na prevenção das mortes evitáveis”, defende.

O objetivo é estímular à aplicação de medidas de prevenção a acidentes e violência, e a organização dos serviços de saúde para o cuidado qualificado às vítimas de trauma.

A consulta pública lançada sobre Linha de Cuidado ao Trauma no SUS busca subsidiar a organização dos serviços no Sistema Único de Saúde (SUS) e definir a habilitação de centros especializados e estimular a melhoria do acesso à população. O documento ficará disponível para contribuições de profissionais e da sociedade durante 30 dias.

Acidentes com moto

Segundo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) O número de lesões graves envolvendo motociclistas. Cerca de 40% das cirurgias de trauma na unidade em 2012 são de vítimas de motocicletas.

A mistura entre bebida alcoólica, alta velocidade e ausência do capacete é responsável por boa parte das lesões, segundo o Ministério da Saúde. Os gastos com internação e tratamento de motociclistas quase dobraram em quatros anos. Entre 2008 e 2011 o valor subiu 113%.

Leia mais:

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Fonte:
Ministério da Saúde
Agência Brasil

 

 

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