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Saúde

UPAs do Rio de Janeiro receberão mais R$ 90 milhões por ano

por Portal Brasil publicado: 24/08/2012 10h53 última modificação: 29/07/2014 09h04
Divulgação/Governo do Rio de Janeiro Uma média de 2 milhões de pessoas são atendidas por mês nas 213 UPAs ativas no País

Uma média de 2 milhões de pessoas são atendidas por mês nas 213 UPAs ativas no País

Com 54 das 213 unidades de pronto-atendimento do País, Rio tem modelo que será levado para outros estados

 

Portaria do Ministério da Saúde assinada nessa quinta-feira (23) aumentará o volume de recursos distribuídos a 22 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) do Rio de Janeiro, dos atuais R$ 154,4 milhões por ano para R$ 244 milhões. O estado tem 54 UPAs que, desde 2007, já atenderam 14 milhões de pessoas e distribuíram 100 milhões.

O critério para escolha das unidades beneficiadas foi a qualidade do serviço prestado e as condições para ampliação de serviços. Existem 213 UPAs ativas no País, que recebem recursos não só da União, como também dos governos estaduais e municipais e de organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips). Em todo o Brasil, uma média de 2 milhões de pessoas são atendidas por mês.

Elas funcionam 24 horas, todos os dias da semana. Têm médico durante todo o tempo, além de uma equipe de enfermeiros, com equipamentos de raio-x, laboratórios para exames, leitos para os pacientes que precisam ficar em observação e até pequenas UTIs. Se o caso for mais grave, o paciente recebe o socorro imediato na UPA para depois ser transportado, com segurança, para um hospital nas ambulâncias do Samu.

O modelo de UPAs, originado em experiências municipais, foi aprimorado no Rio de Janeiro e é focado no atendimento de baixa e média complexidade, desafogando as emergências dos grandes hospitais. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o modelo adotado no Rio inspira o governo federal a estimular outros estados e municípios a buscar soluções para o atendimento da população.

Levantamentos divulgados nessa quinta-feira (23), em cerimônia de assinatura da portaria, afirmam que apenas 1% dos pacientes atendidos pelas UPAs precisa ser removido aos hospitais. “A qualificação de UPAs contribui ainda mais para desafogar a urgência dos hospitais, que é para onde todo mundo vai quando tem um problema de saúde, seja uma febre repentina ou um acidente vascular cerebral”, disse o ministro.

Monitoramento

Durante a cerimônia, foram exibidas imagens da recepção do Hospital Municipal Miguel Couto, transmitidas por um sistema que está sendo instalado nos maiores hospitais de urgência e emergências do País por meio do S.O.S Emergências, ação estratégica para a qualificação da gestão e do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a implantação do sistema no Hospital Miguel Couto, no Rio, foram gastos R$ 770 mil, permitindo o monitoramento dos fluxos de atendimento em três momentos: na recepção, no atendimento realizado pelos profissionais de saúde e na farmácia.

O software é resultado do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), parceria entre o Ministério da Saúde e as entidades de saúde portadoras do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social em Saúde e de reconhecida excelência.

Leia mais:

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Fonte:
Ministério da Saúde
Agência Brasil

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