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Rondônia recebe duas Unidades de Pronto Atendimento

por Portal Brasil publicado: 12/09/2012 12h05 última modificação: 29/07/2014 09h03
Sérgio Andrade/Prefeitura Municipal de São Paulo As UPAs têm capacidade para atender casos que exijam atenção médica intermediária

As UPAs têm capacidade para atender casos que exijam atenção médica intermediária

As unidades funcionarão durante as 24h e têm, juntas, a capacidade de realizar até 600 atendimentos de baixa e média complexidade por dia

Duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) foram inauguradas, na terça-feira (11), na capital do estado de Rondônia, Porto Velho. As unidades são as primeiras do estado e estão localizadas nas zonas leste e sul da capital, para oferecer atendimento emergencial de baixa e média complexidade para a população. 

O Ministério da Saúde liberou R$ 4 milhões para a construção das UPAs e compra de equipamentos. Também será repassado, para custeio, o valor de R$ 2,1 milhões por mês. Cada uma das duas unidades conta com 12 leitos e quatro médicos pediatras e clínicos gerais, além de equipamentos de raio-X, eletrocardiografia e laboratório de exames.

Uma única unidade pode realizar o atendimento de até 300 pacientes por dia. “Com as UPAs, levamos a saúde para mais perto da população e ajudamos toda a cidade, porque diminui a lotação nas demais unidades”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que esteve presente na inauguração.

Atualmente, 220 unidades estão em plena atividade no País. Nos municípios onde estão instaladas, as UPAs têm capacidade para receber 97% dos pacientes que procuram atendimento, sem que haja necessidade de encaminhamento ao pronto-socorro hospitalar, reduzindo as filas.

 

Unidades de Pronto Atendimento

Lançadas como parte da Política Nacional de Urgência e Emergência, em 2003, as UPAs 24h funcionam como unidades intermediárias entre as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os hospitais. Sua função é ajudar a desafogar os prontos-socorros, ampliar e melhorar o acesso dos brasileiros aos serviços de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas unidades atendem a casos de saúde que exijam atenção médica intermediária como problemas de pressão, febre alta, fraturas, cortes e infartos, evitando que estes pacientes sejam encaminhados aos prontos-socorros dos hospitais.

As UPAs estão inseridas na rede Saúde Toda Hora, que reorganiza a atenção às urgências e emergências no SUS e trabalha de forma  integrada com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ao ligar para o número 192, o cidadão tem acesso a uma central com profissionais de saúde que organizam o fluxo de atendimento, oferecem orientações de primeiros socorros e definem os cuidados adequados a cada situação. Em muitos casos, o Samu presta o primeiro atendimento e encaminha o paciente para uma UPA ou serviço de saúde mais adequado à ocorrência.

 

Política Nacional de Urgência e Emergência

O objetivo inicial da Política Nacional de Urgência e Emergência era estruturar e organizar a rede de urgência e emergência no País. Assim, foi realizada uma integração das unidades de saúde, dividindo a atenção às urgências do SUS em quatro frentes.

Na Atenção Básica, as Equipes de Saúde da Família (ESF) e as UBS têm como prioridade a orientação assistencial a um número determinado de famílias e acolhimento das urgências de menos complexidade. O atendimento móvel, realizado pelo Samu, faz a estabilização dos pacientes no local da ocorrência e o transporte para outras unidades de saúde. Às UPAs, cabe realizar o atendimento das urgências de média complexidade, enquanto as urgências dos hospitais atendem aos casos de maior complexidade.

Veja as Unidades de Pronto Atendimento que estão em funcionamento no País.

 

Leia mais:

Mato Grosso do Sul recebe R$ 82,7 milhões para melhoria na rede de urgência

Pernambuco e Santa Catarina vão ganhar nova Unidade de Pronto Atendimento

UPAs do Rio de Janeiro receberão mais R$ 90 milhões por ano

 

Fonte:
Ministério da Saúde
Portal Brasil

 

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