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Pré-natal garante saúde da mãe e do bebê

por Portal Brasil publicado: 14/11/2012 16h43 última modificação: 29/07/2014 09h02
Portal Brasil Para evitar problemas de saúde na mãe ou no bebê, é preciso fazer o pré-natal desde o início da gravidez

Para evitar problemas de saúde na mãe ou no bebê, é preciso fazer o pré-natal desde o início da gravidez

O acompanhamento desde a descoberta da gravidez é fundamental para diagnosticar possíveis riscos e garantir uma maternidade saudável

 

Os cuidados com o bebê devem começar durante a gestação, logo após a descoberta da gravidez. Esse acompanhamento permite identificar e reduzir muitos problemas de saúde que podem acometer a saúde da mãe e da criança. Possíveis doenças e disfunções poderão ser detectadas e tratadas precocemente.

Caso a mulher desconfie sobre a gravidez, poderá procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa para fazer o teste-rápido de gravidez. O teste é feito na hora e o resultado fica pronto em alguns minutos. Caso o resultado seja positivo, a mulher já pode começar o pré-natal. 

Esse acompanhamento permite identificar e reduzir muitos problemas de saúde e possíveis doenças e disfunções que poderão ser detectadas e tratadas precocemente.

Os principais exames realizados durante o pré-natal são: sangue para anemia e outras questões; glicemia, para diabetes; urina, para infecção urinária; tipagem sanguínea, para saber se o sangue da mulher combina com o do pai do bebê; VDRL, para sífilis; alguns sorológicos, para HIV e Hepatite B; eletroforese hemoglobina, para rastrear a anemia falciforme; além da ultrassonografia.

“O ideal é a realização de seis consultas durante o período gestacional e uma sétima no puerpério (depois do parto). Durante a realização dos exames de pré-natal a mulher saberá se ela é uma gestante de risco habitual ou de alto risco para o acompanhamento adequado”, explica a coordenadora da área técnica de Saúde da Mulher, Esther Vilela.

O companheiro da mulher também poderá realizar os exames, pois existem doenças, como a sífilis e o HIV, que podem ser adquiridas durante a gestação e transmitidas ao bebê.

 

Rede Cegonha

Lançada em março de 2011 pelo governo federal, a Rede Cegonha é um programa que visa garantir atendimento de qualidade a todas as brasileiras no processo de maternidade,  desde a confirmação da gestação até os dois primeiros anos de vida do bebê.

No primeiro ano de funcionamento da estratégia Rede Cegonha, já foram realizadas mais de 20 milhões de consultas de pré-natal. A Rede Cegonha está qualificando e ampliando os serviços de saúde que atendem às mulheres e os bebês. Só para o componente pré-natal, já foram destinados mais de R$ 91 milhões que beneficiaram 3.710 municípios. Na última semana, foram destinados mais R$ 21 milhões para 1.163 municípios (confira aqui a portaria).

As gestantes atendidas no SUS deverão ser cadastradas no Sistema de Monitoramento e Avaliação do Pré-Natal, Parto, Puerpério e Criança (SisprenatalWEB) para ter todas as suas informações concentradas nesse sistema. Ele é o instrumento de monitoramento e avaliação da assistência prestada à gestante e aos recém-nascidos.

No total, já foram destinados R$ 3,3 bilhões para execução das ações da Rede Cegonha. Mais de 4.800 municípios já aderiram à estratégia, com a previsão de atendimento de dois milhões de gestantes no país.

 

Ouvidoria

Desde maio deste ano, que as mães atendidas pelo SUS estão sendo ouvidas pela Ouvidoria da Rede Cegonha. As mulheres são procuradas para que possam avaliar os serviços prestados, desde a descoberta da gravidez até o parto, além do acompanhamento médico da criança até os dois anos.

Desde o seu lançamento, a ouvidoria já entrevistou 52.944 mulheres que tiveram seus filhos entre novembro de 2011 e abril de 2012 na rede pública. A pesquisa, realizada por telefone, apresenta 38 perguntas sobre atenção à saúde da mulher no pré-natal, parto, pós-parto e saúde da criança e ainda seis questões relacionadas ao perfil como idade, estado civil, escolaridade e renda familiar.

 

Fonte:
Ministério da Saúde
Portal Brasil

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