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Programa de atendimento médico domiciliar já atende em 20 estados brasileiros

por Portal Brasil publicado: 28/11/2012 16h17 última modificação: 29/07/2014 09h02
Into/Ministério da Saúde Pessoas com necessidade de reabilitação motora, idosos, pacientes crônicos ou recém operados são prioridades do Melhor em Casa

Pessoas com necessidade de reabilitação motora, idosos, pacientes crônicos ou recém operados são prioridades do Melhor em Casa

Tratamento é garantido por 229 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar e de Apoio

 

No Brasil, pessoas com necessidade de reabilitação motora - idosos, pacientes crônicos sem agravamento ou que estejam em situação pós-cirúrgica - contam com atendimento domiciliar humanizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento é garantido por 229 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar e de Apoio espalhadas em 20 estados. Neste mês de novembro, o programa Melhor em Casa completa um ano e já alcança 16,2 milhões de brasileiros.

No primeiro ano de funcionamento do programa, foi constatado que os casos mais comuns atendidos pelas equipes são os de Acidente Vascular Cerebral, com 20%; seguido de casos de hipertensão, com 9,3%; e de pacientes com a doença de Alzheimer, com 5,4% dos atendimentos. Outros casos frequentes incluem pacientes com diabetes mellitus, com a doença de Parkinson, com doenças pulmonares e com fraturas de fêmur.

“O Melhor em Casa está proporcionando aos pacientes o atendimento de qualidade e em local que podem ser cuidados, ou seja, em casa, junto com a família. Assim todos se envolvem e contribuem para a recuperação da saúde do doente”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo dados preliminares, atualmente, 67,4% das pessoas atendidas pelo programa são idosos sendo que, dentro dessa porcentagem, 30% são pacientes com mais de 80 anos. As crianças menores de um ano também representam 10% dos atendimentos domiciliares.

Os pacientes que são atendidos pelas equipes do programa (53,7%) são encaminhados principalmente pelas Equipes de Saúde da Família ou estavam internados em hospital (28,9%). Esse dado mostra que o programa está articulado com a Atenção Básica, ajudando a reduzir as internações desnecessárias e as filas dos serviços de urgência e emergência.

 

Recursos

Mais de R$ 33,4 milhões já foram destinados aos estados e municípios que possuem equipes de Atenção Domiciliar implantadas. O ministério paga as equipes principais com o valor de R$ 34,56 mil mensais e R$ 6 mil mensais por equipe de apoio. Para que o município tenha o Melhor em Casa é necessário que o gestor local faça a adesão ao programa.

Até 2014, serão implantadas em todas as regiões do País, mil equipes de atenção domiciliar e mais 400 equipes de apoio. O Ministério da Saúde investirá R$ 1 bilhão para custear a implantação e manutenção desses serviços.

 

Atendimento domiciliar

O Melhor em Casa, lançado em novembro de 2011, foi inspirado em programas locais que tinham experiências bem sucedidas no âmbito do atendimento domiciliar. Por meio do programa, o atendimento é feito por equipes multidisciplinares, formadas prioritariamente por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas. Outros profissionais - como fonoaudiólogos, nutricionistas, odontólogos, psicólogos e farmacêutico - podem fazer parte das equipes de apoio, que têm capacidade para atender, em média, 60 pacientes, simultaneamente.

As equipes multidisciplinares atendem, de segunda a sexta-feira, 12 horas por dia, sendo que nos fins de semana e feriados podem funcionar em regime de plantão. Cada paciente deve receber, no mínimo, uma visita semanal.

O programa é executado em parceria com estados e municípios e articulado com as Redes de Atenção à Saúde - Saúde Mais Perto de Você e Saúde Toda Hora - lançadas pelo governo federal para ampliar a assistência, respectivamente, na Atenção Básica e nos casos de urgência e emergência no SUS.

As equipes atuam de maneira integrada com os serviços da Atenção Básica, Unidades com Salas de Estabilização, Upas 24h, Samu 192 e com as unidades hospitalares.

 

Fonte:
Ministério da Saúde

 

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