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Saúde

Servidores do sistema prisional terão cursos em Gestão em Saúde

por Portal Brasil publicado: 04/12/2012 12h38 última modificação: 29/07/2014 09h02
Divulgação / EBC São 425 vagas para servidores do sitema prisional de todos os estados e de órgãos do governo federal

São 425 vagas para servidores do sitema prisional de todos os estados e de órgãos do governo federal

O curso tem início em fevereiro de 2013 com carga horária de 360 horas/aula

Servidores do sistema prisional poderão se capacitar por meio de cursos

de pós-graduação. O Departamento Penitenciário Nacional promove curso em Gestão em Saúde no Sistema Prisional. Ao todo são 425 vagas para os servidores de todos os estados e de órgãos do governo federal.

A iniciativa é parte de um projeto de capacitação profissional e desenvolvimento de recursos humanos do Plano Nacional de Saúde no Sistema Prisional. O curso se inicia em fevereiro de 2013 e vai abordar, entre outras questões, a saúde coletiva e suas interfaces com a política prisional, com carga horária de 360 horas/aula.

Poderão participar servidores dos sistemas penitenciários estaduais e federal, das secretarias de administração prisional e de saúde, dos tribunais de Justiça, defensorias públicas, ministérios públicos e do Ministério da Saúde.

A indicação dos candidatos cabe aos gestores de cada órgão. Todos os servidores indicados devem necessariamente atuar na área de saúde prisional.

Na área já foram investidos R$ 1,3 milhão para a capacitação a distância, realizada em parceria com a Fiocruz e a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

Política Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário

A Política Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário é uma iniciativa conjunta dos Ministério da Saúde e da Justiça. O objetivo primordial é garantir o acesso à saúde pelas pessoas privadas de liberdade (masculinas, femininas e psiquiátricas), oferecendo ações e serviços de atenção básica in loco, ou seja, dentro das unidades prisionais.

Essas ações envolvem, dentre outras, campanhas de vacinação; direito à visita íntima; distribuição de kits de medicamentos da farmácia básica, incluindo a distribuição de preservativos masculinos e medicamentos específicos para gestantes; inclusão da população penitenciária na política de planejamento familiar e são desenvolvidas por equipes multiprofissionais, compostas minimamente por médico, cirurgião dentista, psicólogo, assistente social, enfermeiro, e auxiliar de enfermagem.

As ações são voltadas para a prevenção, promoção e tratamento de agravos em saúde, primando pela atenção integral em: saúde bucal, saúde da mulher, doenças sexualmente transmissíveis, aids e hepatites virais, saúde mental, controle da tuberculose, hipertensão e diabetes, hanseníase, assistência farmacêutica básica, imunizações e coletas de exames laboratoriais.

 

Fonte:
Ministério da Justiça
Ministério da Saúde

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