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Saúde

Vacinação contra febre aftosa é prorrogado por mais 30 dias em seis estados

por Portal Brasil publicado: 04/12/2012 11h30 última modificação: 29/07/2014 09h02
Governo do Ceará A imunização na Paraíba, Piauí, agreste e sertão de Pernambuco está suspensa temporariamente

A imunização na Paraíba, Piauí, agreste e sertão de Pernambuco está suspensa temporariamente

O período de imunização foi prorrogado por mais 30 dias no Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia e em municípios atingidos pela estiagem em Minas Gerais

 

A segunda etapa da campanha anual de vacinação de bovinos e bubalinos contra febre aftosa continua em seis estados, até o final do ano. Devido à forte seca que afetou estados do semiárido brasileiro, o período de imunização foi prorrogado por mais 30 dias no Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia e em municípios atingidos pela estiagem em Minas Gerais. A campanha segue normalmente na área pantaneira de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul até 15 de dezembro.

A vacinação foi realizada na maioria dos estados durante todo o mês de novembro. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) definiu estratégias diferenciadas para os estados atingidos pela seca para garantir tempo hábil para que todos os produtores possam vacinar seus animais de forma segura.

 

A imunização na Paraíba, Piauí, agreste e sertão de Pernambuco está suspensa temporariamente. Os serviços veterinários oficiais desses estados deverão reavaliar a situação e definir, no início de janeiro, a estratégia a ser adotada. A flexibilização da segunda etapa da campanha, entretanto, não afetará o processo de reconhecimento da região como zona livre da febre aftosa com vacinação em 2013.

Os serviços veterinários oficiais têm 30 dias após o final da etapa para encaminhar ao Mapa relatório das atividades da campanha contra febre aftosa. Na primeira etapa, a cobertura vacinal foi de 97,85%.

Atualmente, a zona livre da febre aftosa com vacinação envolve áreas de 16 estados e o Distrito Federal. A campanha e todo trabalho realizado pelo governo são fundamentais para garantir as zonas livres e impedir a reintrodução da doença no território. Santa Catarina não está no calendário por ser zona livre de aftosa sem vacinação.

 

Fonte:
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 

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