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Saúde

Consulta pública visa elaborar regras para recall de alimentos

por Portal Brasil publicado: 17/04/2013 16h02 última modificação: 29/07/2014 09h21
Divulgação / EBC Com a regulamentação, empresas deverão comunicar problemas em seus produtos em prazo determinado pela Anvisa

Com a regulamentação, empresas deverão comunicar problemas em seus produtos em prazo determinado pela Anvisa

A Anvisa pretende estipular regras de comunicação à fabricantes de alimentos impróprios para o consumo

Produtos alimentícios inadequados à população deverão ser recolhidos e comunicados dentro do prazo à Agência Nacional de Vigilância

Sanitária (Anvisa), é o que indica a proposta de regulamentar o recall de produtos no País.

A Agência irá realizar uma consulta publica para discutir o assunto e fazer com que os fabricantes sejam obrigados a comunicar no prazo de 24 horas sobre problemas na fabricação de alimentos que podem causar danos à saúde. A proposta prevê como deverá ser feita divulgação de um comunicado à população.

De acordo com o relator da proposta, diretor José Agenor Álvares da Silva, casos como o da bebida da marca Ades, por exemplo, chegaram ao conhecimento da Anvisa pela imprensa. Na reunião da diretoria, ele explicou que não existe regra que obrigue as empresas a comunicar às autoridades de Vigilância Sanitária esse tipo de ocorrência. "Daí a importância de a Anvisa verificar também a forma como as informações são prestadas pela comunidade", destacou.

 


Recolhimento de produtos

De acordo com a Agência deve haver mecanismos para garantir que o recolhimento do produto seja feito de forma adequada, em um prazo razoável. O texto também prevê punições em caso de desrespeito. Os mecanismos existentes hoje permitem que as multas cheguem a R$ 1,5 milhão.

Segundo Agenor Álvares, a ideia de realizar uma consulta pública vem sendo tratado pela Anvisa desde 2007.

Casos

No fim de fevereiro, uma falha em uma das 11 linhas da fábrica de Pouso Alegre da Unilever fez com que 96 embalagens de 1,5 litro do suco de maçã Ades fossem envasadas com soda cáustica e água. Quando ingerido, o líquido provoca queimaduras.

Pelo menos 14 pessoas entraram em contato com a fabricante relatando problemas provocados pelo consumo do produto. Para Alvares, a forma como a população foi comunicada sobre a contaminação também deixou a desejar.

Em setembro de 2011, 39 pessoas de 15 municípios do Rio Grande do Sul informaram ter sofrido queimaduras e irritação após o consumo do achocolatado Toddynho, da Pepsico do Brasil. As caixas continham uma substância semelhante à água sanitária. Depois das denúncias, a comercialização da bebida foi suspensa temporariamente. Em julho do ano passado, a empresa fabricante do produto pagou multa de R$ 420 mil.

 

Fonte:

Anvisa
Com informações da Agência Brasil

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