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Saúde

Sal com redução de iodo deve começar a ser produzido no País em 90 dias

por Portal Brasil publicado: 26/04/2013 14h33 última modificação: 29/07/2014 09h21

Consumo excessivo de iodo pode aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que tem entre seus principais sintomas fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso

Já está em vigor a resolução que altera a faixa de iodação do sal utilizado no Brasil. De acordo com a nova regra, a indústria terá a adição do iodo no sal de cozinha deverá ficar entre 15 e 45 miligramas por quilo (mg/kg) de sal. O produto com menos iodo deve começar a ser produzido no Brasil em até 90 dias. A determinação foi publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Diário Oficial da União (DOU) da quinta-feira (25).

Atualmente, a adição pode variar entre 20 a 60 mg/kg. A nova faixa foi resultado da avaliação realizada pela Comissão Interinstitucional para Prevenção e Controle dos Distúrbios por Deficiência de Iodo, coordenada pelo Ministério da Saúde e seguida de consulta pública realizada pela Anvisa.

 

Consumo

O cálculo levou em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), dados de monitoramento do teor do nutriente no sal, e o padrão de consumo do brasileiro. A recomendação de consumo máximo diário pela OMS é de menos de cinco gramas por pessoa. Porém, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo do brasileiro está em 12 gramas diários, valor que ultrapassa o dobro do recomendado.

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A adição mundial do iodo no sal foi adotada na década de 50 para prevenir e controlar as deficiências do nutriente, que pode provocar o Bócio, bem como, comprometer de forma permanente o desenvolvimento físico e intelectual de crianças.

No entanto, a faixa de adição do iodo tem sido revista ao longo dos anos em virtude das mudanças no padrão de alimentação dos brasileiros, pois o excesso deste nutriente também traz danos à saúde e pode causar transtornos na tireoide.

 

Fonte:
Ministério da Saúde

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