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Saúde

Oito novos estados e 28 municípios aderem ao Crack, é possível vencer

Investimento

Ao todo, serão investidos R$ 4 bilhões em iniciativas do programa no País. Em 2012, foram investidos R$ 840 milhões e para 2013 o montante deve chegar a R$ 1,8 bilhões em ações
por Portal Brasil publicado: 06/08/2013 16h08 última modificação: 29/07/2014 09h23
Divulgação/Governo Federal Programa Crack, é possível vencer deve investir R$ 1,8 bilhão em ações em 2013

Programa Crack, é possível vencer deve investir R$ 1,8 bilhão em ações em 2013

A adesão de mais oito estados e 28 municípios ao Programa ‘Crack, É possível vencer’ foi anunciada na tarde desta terça-feira (6), durante solenidade no Ministério da Justiça, em Brasília. Agora, todos os estados da Federação receberão ações do programa, além de um total de 118 cidades integradas ao programa antidrogas. Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão e Bahia assinaram um termo de adesão. Durante o evento, foi anunciada também a ferramenta ‘Observatório do Programa Crack, é Possível Vencer’, que é voltada ao acompanhamento, pela população, das ações realizadas. Ao todo, serão investidos R$ 4 bilhões no programa no País. 

O Observatório é uma ferramenta de internet que possibilita mais transparência ao programa e permite ao cidadão acompanhar as ações realizadas pelos governos para o enfrentamento ao crack e outras drogas. A ferramenta traz informações sobre os serviços e equipamentos disponibilizados em todo o País, além de notícias atualizadas.

No Observatório, o cidadão poderá buscar, por município, os serviços das redes de saúde e assistência social voltados para o atendimento do usuário de drogas, além dos resultados do programa na área de segurança pública e prevenção. As informações estão organizadas nos três eixos centrais do “Crack, é Possível Vencer”: Prevenção, Cuidado e Autoridade.

"Tenho absoluta certeza que esse programa sinaliza que o Estado brasileiro é mais forte que o crime organizado. Era necessário um programa que integrasse o Estado e a sociedade, que não poupasse recursos e tivesse resultados eficientes. A questão dos dependentes químicos deve ser tratada como questão de saúde e reinserção social", destacou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. 

Foi anunciada ainda, na ocasião, a liberação de recursos para a segurança pública e o atendimento especial de dependentes químicos, além da expansão do programa para municípios dos estados de Alagoas, do Rio de Janeiro, de Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Eixos do programa

No eixo Cuidado estão informações sobre os serviços e equipamentos de saúde e assistência social para atender usuários de drogas e seus familiares. É possível localizar endereços dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), leitos especializados em saúde mental, equipes de Consultório na Rua e Abordagem Social na Rua, Unidades de Acolhimento e demais espaços de cuidados com a saúde de dependentes e seus familiares. 

No eixo Prevenção podem-se localizar informações quanto à capacitação de profissionais e da sociedade civil e a localização de Centros Regionais de Referência, que oferecem cursos presenciais de capacitação. Neste eixo estão, por exemplo, ações nas escolas, nas comunidades e de comunicação com a população. 

O terceiro eixo, Autoridade, que tem como finalidade a redução da oferta de drogas ilícitas no Brasil, reúne informações sobre as bases móveis, policiais capacitados em policiamento de proximidade e operações da Polícia Federal para desestruturação de organizações criminosas. Dentre as ações deste eixo, foram implementadas 20 unidades de combate ao tráfico de drogas da Polícia Federal, e cerca de 1340 profissionais foram treinados para o policiamento ostensivo. 

“O enfrentamento ao Crack é um desafio novo. Nunca foi tratado um problema dessa magnitude no País. O mais próximo foi contra o álcool. Seguimos, então, as políticas de saúde já estruturadas. O papel do governo federal é de oferecer recursos e implantar a estrutura para enfrentar o Crack”, destacou a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman.

 

Ações em saúde

Em 2012, foram investidos R$ 840 milhões no programa e para 2013, o montante deve chegar a R$ 1,8 bilhões em ações. Em 20 meses de ação do programa, foram realizados 232 serviços de abordagens sociais, além da implantação de 923 comunidades terapêuticas. Segundo o secretário do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, existem hoje 37 postos de atendimento 24h. Mais 66 devem ser entregues até o fim do ano. 

Segundo Helvécio, o Ministério da Saúde tem como um dos seus focos a estruturação de unidades de atendimento. Os consultórios na rua são dispositivos base do programa. Já existem 84 consultórios e até o fim do ano chegará a 56 unidades entregues à população. O secretário anunciou a alocação de R$ 100 milhões para a formação e estruturação de Capes. Além disso, a população contará com 581 leitos de retaguarda clínicos, e até o fim do ano contaremos com mais 693. 

Fontes:
Crack, é possível vencer
Com informações da Agencia Brasil

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