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Saúde

Fiocruz vai coordenar avaliação do programa Mais Médicos

Pesquisa

Estudo é produto de negociação entre a UNA-SUS, o Ministério da Educação e a Fundação, em acordo com o Ministério da Saúde
por Portal Brasil publicado: 11/12/2013 10h40 última modificação: 29/07/2014 09h16

A Fiocruz, por meio da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), será responsável por coordenar a pesquisa de avaliação do programa Mais Médicos. O estudo foi produto de uma negociação entre a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), o Ministério da Educação e a Fundação, em acordo com o Ministério da Saúde. A pesquisa foi encomendada à Fiocruz com o objetivo de avaliar a implantação, o desenvolvimento, a consolidação e o impacto das ações lançadas pelo governo federal. A coordenação será da pesquisadora Maria Helena Machado.

Maria Helena, que também coordena a pesquisa sobre o Perfil dos Enfermeiros no Brasil, foi designada pela vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

De acordo com ela, o trabalho pretende avaliar o impacto da chegada dos profissionais de saúde aos lugares de difícil acesso, apontar os principais desafios, além de monitorar as ações implementadas. “Precisamos estar sempre em alerta para todas as questões que envolvem o programa. Trata-se de uma iniciativa que ao mesmo tempo avalia, ajuda a corrigir problemas, traça os caminhos e monitora o programa”, disse.

O principal alvo da pesquisa são os médicos interessados em atuar na atenção básica de periferias de grandes cidades e municípios do interior do País, mas os tutores e supervisores também serão avaliados. Em relação aos médicos, haverá quatro subgrupos. O primeiro avaliará os profissionais que fizeram a graduação no Brasil. O segundo componente envolve os brasileiros que fizeram o curso fora do país e vieram participar do programa. O terceiro subgrupo é dos estrangeiros que se inscreveram para participar do Mais Médicos e o último componente, intitulado "outros estrangeiros", avaliará os médicos cubanos.

A coordenadora afirma que se trata de uma pesquisa nacional, com coordenação adjunta do professor Joaquim Neto (UNB) e apoio da UNA-SUS, do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon/UFMG), do Instituto de Medicina Social (Uerj) e da Rede Observatório de RH. “É uma pesquisa que eu estou coordenando, mas terei apoio de um conjunto de professores de diversas unidades da Fiocruz e outras instituições. Me sinto honrada em coordenar essa pesquisa nacional pela Fundação, principalmente por se tratar de um programa extremamente importante do governo federal”.

O Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com investimento em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez ou não existem profissionais.

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