Saúde
Ministério da Saúde inaugura Upa 24h em Taquaritinga (SP)
Serviço
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou no último sábado (18) a Unidade de Pronto Atendimento (Upa 24 horas) de Taquaritinga, município localizado na região central do estado de São Paulo. A Upa, de porte I, tem capacidade para atender até 150 pacientes por dia, beneficiando cerca de 60 mil pessoas.
Para a construção da unidade, o governo federal investiu R$ 1,4 milhão. Após habilitada, o Ministério da Saúde repassará R$ 100 mil por mês (R$ 1,2 milhão por ano) para custeio. O município de Taquaritinga investiu R$ 750 mil em equipamentos e construção, complementando os recursos da União. A Upa está equipada com 16 leitos de observação, entre leitos de urgência, estabilização, pediatria e leitos de observação individual e coletiva. A unidade também conta com sala de raio X e equipamentos para exames ambulatoriais.
Com esta unidade, já são 297 Upas funcionando em todo o País. No estado de São Paulo, atualmente existem 60 Upas em funcionamento. O governo federal também está investindo em outras 192 Upas no estado, entre unidades em construção e em ação preparatória. São mais de R$ 492,4 milhões em investimento. Atualmente, existem 1.048 Upas com recursos do governo federal em todo o país, entre unidades em funcionamento e em diversas fases de construção, ampliação e reforma.
Saúde a toda hora
As Upas 24h estão inseridas na rede Saúde Toda Hora, que está reorganizando a atenção às urgências e emergências no Sistema Único de Saúde (SUS). A estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do Serviço Móvel de Urgência (Samu), que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação. As Upas atendem problemas de saúde como hipertensão arterial, febres, cortes e alguns traumas.
Nas unidades, os pacientes são avaliados de acordo com uma classificação de risco, podendo ser liberados, permanecer em observação por até 24 horas ou, se necessário, ser removidos para um hospital de referência. Nas localidades em que estão em pleno atendimento, as unidades têm capacidade para atender sem necessidade de encaminhamento ao pronto-socorro hospitalar mais de 90% dos pacientes.
Fonte:
Ministério da Saúde
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