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Cultura

Encontro debate doenças transmitidas por vetores

Vigilância Sanitária

Durante jogos da Copa, serão 5,5 milhões de pessoas viajando pelo País. Ações de controle de doenças transmissíveis estão sendo tomadas
por Portal Brasil publicado: 21/03/2014 17h23 última modificação: 30/07/2014 03h22

Durante a Copa do Mundo 2014, o Brasil deverá receber mais de 500 mil turistas estrangeiros de, pelo menos, 32 países. A este total, somam-se os cinco milhões de brasileiros que se deslocarão entre as 12 cidades-sede do Mundial nos meses junho e julho. Os números foram divulgados pelo Secretário Executivo do Ministério da Saúde, Adail Rollo, durante a XIV Câmara Temática da Saúde para a Copa do Mundo Fifa Brasil 2014. O evento, realizado em Manaus (AM), termina nesta sexta-feira (21). 

De acordo com Adail, a circulação intensa de pessoas traz à tona a discussão acerca do controle de doenças transmissíveis. “Eventos como este tem uma complexidade epidemiológica imensa. Por isso o sistema de vigilância em saúde tem que estar muito bem estruturado”, sintetiza.

Por isso, diversas ações para controlar doenças transmissíveis por vetores estão sendo intensificadas. Um exemplo disso é o combate à febre amarela. Segundo Daniel Ramos, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em 2013, foram registrados três casos da doença no País – dois no Amazonas e um no Pará. “Estamos há quatro anos com um número reduzido de casos de febre amarela”, ressalta.

Atualmente,  a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelo tema, não exige que o turista estrangeiro apresente o certificado de vacinação contra a febre amarela. No entanto, recomenda-se a aplicação ao viajante que vier ao País na época dos jogos. Isso porque a maioria dos casos da febre ocorre entre maio e julho, segundo levantamento do Ministério da Saúde.

A queda no número de registros ocorreu, também, com a malária. Segundo Juliana Rossi, da Coordenação de Malária do Ministério da Saúde, houve uma redução de 28% nos casos registrados da doença entre 2011 e 2013. “Durante a Copa, vamos disseminar informações para o viajante e buscar receber notificações imediatas dos casos suspeitos”, assegura.

Fonte: 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária

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