Saúde
Ato de lavar mãos é essencial para evitar contaminação
Agente biológicos
Uma estratégia simples pode ser um dos instrumentos mais eficazes no combate ao bioterrorismo: lavar as mãos. A afirmação foi feita pelo professor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Escola de Defesa Civil do Rio de Janeiro, Fernando Costa, durante o Treinamento em Ameaças Químicas, Biológicas, Radiológicas e Nucleares (QBRN) em Natal (RN).
De acordo com ele, os profissionais de saúde que venham a combater agentes biológicos usados por terroristas devem se precaver utilizando quatro estratégias: lavagem das mãos, uso de equipamento individual de proteção, imunização e manejo adequado de materiais perfurocortantes. “Também é muito importante o uso de álcool 70% no local de trabalho, mesmo que não seja fornecido pela instituição”, sintetiza.
O professor revelou, ainda, que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos identificou 38 agentes biológicos com potencial para bioterrorismo. “Não é de hoje que ocorre a liberação intencional de agentes biológicos. Entre 2001 e 2011, por exemplo, o mundo registrou 657 mil vítimas fatais por agentes QBRN. Por isso, temos que estar preparados, já que os holofotes estão no Brasil”, argumenta.
O Treinamento QBRN termina neste sábado (26). O curso tem a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, Forças Armadas, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, além da Secretaria de Saúde e vigilâncias epidemiológica e sanitária locais.
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