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Saúde

SUS disponibiliza mais de 300 milhões de doses anuais

Imunização

Ao todo, são 25 tipos de vacinas oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Ações contribuem para erradicação de doenças
por Portal Brasil publicado: 22/04/2014 10h16 última modificação: 30/07/2014 03h20

O Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completou 40 anos de existência, tornou o Brasil um dos países que oferece o maior número de vacinas à população. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza todos os anos mais de 300 milhões de doses para a prevenção e tratamento de doenças. Ao todo, são 25 tipos de vacinas oferecidas na rede pública de saúde.

A coordenadora do Programa de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, destaca que o calendário nacional de vacinação beneficia toda a família. "Nós temos um calendário disponível para o adolescente, para o adulto, para o idoso, além da criança que já é rotineiramente vacinada. Então é importante que todas as pessoas procurem entrar no site do Ministério, conhecer esse calendário de vacinação identificar se ela tem alguma vacina que está desatualizada ou que ela nunca tenha tomado ou que ela começou a tomar e não completou o esquema e deixar sempre essa vacinação atualizada porque é dessa forma que a pessoa vai estar se prevenindo contra as doenças que estão incluídas no calendário nacional de vacinação", explica Carla.

A estudante Joana Bittencourt, de 34 anos, é um exemplo de pessoa que mantém a vacinação em dia. "Sempre estou me cuidando e sempre estou tomando as vacinas regularmente, não deixo nada pendente. A minha carteira de vacinação está tudo certinho porque eu sempre tomei cuidado. Sempre que tem uma campanha de vacinação, alguma coisa, eu procuro verificar se eu posso tomar ou não. Tomei a tríplice viral, tomei a antitetânica, já tomei contra a febre amarela, tomei as doses contra hepatite. Então, eu sempre estou tomando esse cuidado para não deixar de me imunizar", conta a estudante.

As ações de vacinação contribuíram para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da varíola no Brasil. Além disso, há 22 anos não se tem registro da paralisia infantil e há dez anos o sarampo não é notificado no País. 

Fonte:

Ministério da Saúde

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