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Saúde

Estrangeiros precisam ter atenção com vacinas para Copa

Prevenção

Pelo menos 3 milhões de viajantes nacionais e outros 600 mil turistas estrangeiros se deslocarão pelo País durante a Copa do Mundo
por Portal Brasil publicado: 11/05/2014 07h10 última modificação: 30/07/2014 03h18

Turistas estrangeiros e brasileiros que forem viajar pelo Brasil nesta Copa do Mundo têm uma atenção a mais: as vacinas.

Grandes eventos representam situações que ampliam a interação entre pessoas de diversas partes do mundo e que podem colocar a saúde em risco. 

Por isso, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou o “Guia de Saúde – Viagens e Grandes Eventos”, um manual de saúde para quem tiver dúvidas como que vacina o viajante precisa ter para ver um jogo em Manaus (AM) em segurança; quais os riscos o torcedor estrangeiro corre de pegar sarampo no Brasil; como o turista faz para comprar remédios no País.

De acordo com o Ministério do Turismo, pelo menos 3 milhões de viajantes nacionais e outros 600 mil turistas estrangeiros se deslocarão pelo País durante a Copa do Mundo. 

“O sarampo é exemplo de risco associado aos deslocamentos. Os casos registrados no País nos últimos 10 anos são decorrentes de brasileiros suscetíveis infectados durante viagens internacionais ou de viajantes estrangeiros que disseminaram o vírus durante visita ao Brasil”, informa Isabella Ballalai, coordenadora científica e diretora da SBIm Nacional.

Algumas vacinas precisam estar em dia como: Hepatites A e B; Poliomielite (“paralisia infantil”); Difteria, Tétano e Coqueluche; Febre Amarela; Meningite Meningocócica (MM); HPV; Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR); Varicela; Tuberculose; Pneumonias, Meningites, Otites e Sinusites; Raiva Humana; Cólera e Diarreia do Viajante (DV).

A vacinação do turista é importante para a proteção dele e também das pessoas que vivem nos países que ele visitará, uma vez que previne a introdução de doenças controladas nos locais de visitação.

E ainda para evitar que, ao retornar para casa, o turista se transforme em um “vetor” de vírus e bactérias.

O Regulamento Sanitário Internacional (RSI) permite que os países exijam o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) para a entrada de estrangeiros em seu território, e isso pode ocorrer mesmo com os viajantes apenas em trânsito pelos aeroportos.

O Brasil não exige esse documento, mas recomenda que todas as pessoas que vivem ou se dirigem para as áreas em que há recomendação de vacinação de rotina contra a febre amarela estejam vacinadas.

Tecnologia

O Ministério da Saúde está usando tecnologia de ponta para desenvolver um aplicativo, destinado aos torcedores, que fornecerá informações úteis sobre saúde, tais como localização de hospitais e farmácias.

O aplicativo também monitora informações de saúde em redes sociais e faz o mapeamento de tendências de ocorrências epidemiológicas.

Além disso, mapeia o fluxo de viajantes vindo para o Brasil e a situação de risco de seus países de origem por meio da detecção digital de doenças.

A partir dos resultados, serão tomadas providências para informar e proteger a população. O aplicativo poderá ser acessado pelo celular.

Além disso, já está no ar uma página do Ministério da Saúde voltada para o viajante, onde é possível encontrar as informações mais importantes para prevenção de Saúde.

Cartazes e um livro de bolso com as mesmas informações serão afixadas em locais de grande fluxo.

Fonte: 
Sociedade Brasileira de Imunizações

Ministério da Saúde

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