Saúde
Funasa discute plano de saneamento em Mato Grosso do Sul
Gestão
A Funasa, por meio da Superintendência Estadual em Mato Grosso do Sul (Suest/MS), realizou reunião com representantes do município de Ribas do Rio Pardo para debater o andamento do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), a implantação da coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos e financiamento de projetos na área.
Técnicos do Serviço de Saúde Ambiental (Sesam) da Suest/MS, Bento Machado e Aldírio Rodrigues, receberam os representantes da prefeitura, cinco técnicos das áreas ambiental e jurídica, para tratar do assunto com o apoio do representante regional do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Eduardo Cardoso.
O PMSB era visto pelos técnicos da prefeitura como uma solução para todos os problemas, mas com os esclarecimentos da Funasa puderam compreender que ele serve como um direcionamento para as ações que devem ser executadas pela prefeitura.
O técnico Bento Machado explicou que devem ser estabelecidas as prioridades e necessidades da prefeitura, para que o plano contenha as pretensões de Ribas do Rio Pardo. Machado também orientou que a prefeitura acompanhe de perto o andamento das obras, que são executadas por empresas terceirizadas que vencem as licitações.
A procuradora jurídica da prefeitura de Ribas do Rio Pardo, Lorena Maria Nesello, afirmou que o grupo que veio à Funasa pretende, com as orientações técnicas da Instituição, nortear as ações do município, também com base nas experiências de sucesso de outros municípios. Os técnicos também receberam informações sobre o edital de chamamento público nº02/2014/Desam/Funasa/MS que destina recursos para ações de Educação em Saúde Ambiental.
O superintendente da Suest/MS, Aristides Ortiz, ressaltou que hoje a Fundação pode colaborar apenas com o apoio técnico, por que a liberação de recursos para a área depende de cadastro para esses pleitos por meio de carta consulta, e os prazos para 2014 já foram encerrados. Ortiz ainda destacou a importância da escolha da localidade: “É necessário um bom planejamento urbano para esse tipo de obra, pois ela tem validade de 20 anos, sendo assim, deve-se dimensionar como essa população vai crescer para que o aterro atenda às necessidades plenamente”.
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