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Saúde

Liberados R$ 1,4 mi para realizar Viva Inquérito em 39 cidades

Medidas

Sistema coleta dados e gera informações sobre casos de violência e acidentes para subsidiar políticas em saúde pública
por Portal Brasil publicado: 05/05/2014 09h36 última modificação: 30/07/2014 03h18

O Ministério da Saúde acaba de liberar o repasse de R$ 1,4 milhão para ao Distrito Federal e mais 39 cidades brasileiras selecionadas para a realização do Inquérito de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA Inquérito 2014).

O recurso será repassado em parcela única do Fundo Nacional de Saúde ao Fundo do Distrito Federal e aos Fundos Municiais de Saúde, para a realização do Inquérito nos Serviços Sentinela de Urgência e Emergência definidos em articulação com as Secretarias estaduais e municipais de Saúde. Entre as cidades estão Recife, Maceió, São Paulo, Rio Branco, Salvador, Fortaleza, João Pessoa, Florianópolis, entre outras.

O Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) foi implantado em  2006 com o objetivo de coletar dados e gerar informações sobre violências e  acidentes para subsidiar políticas em saúde pública direcionadas a estes agravos,  buscando preveni-los.

As lesões decorrentes de acidentes (referentes ao trânsito, a envenenamento, a afogamento, a quedas, a queimaduras e outros) e casos de violência (relacionados a agressões, a homicídios, a suicídios ou tentativas, a abusos físicos, sexuais, psicológicos, a negligências e outras) são definidas ou classificadas como causas externas de morbidade e mortalidade. No Brasil, esses agravos representam a terceira causa de morte entre crianças de zero a nove anos de idade, passando a ocupar a primeira posição na população de adultos jovens (10 a 39 anos), decrescendo para a sexta posição entres os idosos (60 ou mais anos de idade).

As vítimas comumente são atingidas por sequelas permanentes ou não, podendo levar à incapacidade para o trabalho e/ou outras atividades rotineiras, absenteísmo, custos com o pagamento de pensões e de tratamentos de saúde, o que torna esses agravos um importante problema de saúde pública. Devido ao exposto, as causas externas se tornaram objeto de vigilância e de prevenção em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde sob a coordenação do Ministério da Saúde.

Fonte:
Portal Brasil, com informações da Imprensa Nacional e do Ministério da Saúde

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