Saúde
Sobradinho (DF) ganha primeira UPA 24 horas
Urgência e emergência
A cidade de Sobradinho, na região norte do Distrito Federal, passa a contar, a partir desta quinta-feira (11), com uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) para atender casos de urgência e emergência. O estabelecimento, de porte III, tem capacidade de atender, em média, 350 pacientes por dia, beneficiando até 300 mil habitantes. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou da inauguração.
A unidade conta com consultórios médico e odontológico, área de nebulização, leitos de observação, UTI, boxes para atendimento pré-hospitalar, laboratório, farmácia e brinquedoteca, além de raio X e eletrocardiografia. A equipe de atendimento contará com 300 profissionais, entre médicos, técnicos de enfermagem, dentistas, nutricionistas, bioquímicos, farmacêuticos e assistentes sociais.
“Essa UPA vem compor a rede de atenção à saúde do Distrito Federal com muita eficiência. É uma unidade que tem condições de dar atendimento de grande qualidade à população que precisar dos serviços de urgência e emergência e, junto com as Unidades Básicas de Saúde, vai ajudar a evitar encaminhamentos desnecessários aos prontos-socorros. Assim, contribui para desafogar os hospitais da região”, disse o ministro.
Com esta unidade, o Distrito Federal passa a contar com seis UPAs: Sobradinho, Samambaia, São Sebastião, Recanto das Emas, Bandeirantes e Ceilândia, sendo que quatro delas já recebem recursos mensais de custeio do Ministério da Saúde, no valor de R$ 250 mil cada. Durante a inauguração, Chioro anunciou que o Ministério da Saúde aprovou a liberação de recursos para a construção de quatro novas UPAs no DF. “Ao todo, serão disponibilizados R$ 16 milhões para apoiar a ampliação da rede de urgência e emergência”, afirmou o ministro.
Atendimento 24 Horas
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ficam abertas 24 horas e servem como um intermediário entre as Unidades Básicas de Saúde e os hospitais. Estão equipadas para socorrer pessoas com problemas de pressão, febre alta, fraturas, cortes, infartos e outras ocorrências de média complexidade, evitando que estes pacientes sejam encaminhados aos prontos-socorros dos hospitais.
Nas UPAS, o paciente é avaliado de acordo com a classificação de risco, podendo ser liberado ou permanecer em observação por até 24 horas. Se necessário, a pessoa será encaminhada a um hospital de referência.
Existem, hoje, 363 UPAs em funcionamento no Brasil. As de porte I (que cobrem uma população de até 100 mil pessoas) devem contar com, no mínimo, dois médicos das 7h às 19h e dois médicos das 19h às 7h. As UPAs porte II (que cobrem uma população de até 200 mil habitantes) devem ter, no mínimo, quatro médicos das 7h às 19h e dois médicos das 19h às 7h. As de porte III (que cobrem uma população de até 300 mil habitantes) devem contar com, no mínimo, seis médicos das 7h às 19h e três médicos das 19h às 7h.
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