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Paciente que estava com suspeita de Ebola recebe alta médica

Atendimento

Liberação ocorreu na manhã desta quarta (15). Destino do paciente está sob sigilo. Objetivo da medida é preservar sua privacidade
por Portal Brasil publicado: 15/10/2014 15h56 última modificação: 15/10/2014 16h12

O paciente que estava com suspeita de Ebola deixou o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas às 7h desta quarta-feira (15), acompanhado por um representante do Ministério da Saúde, informou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Ele portava resumo de sua internação, com resultados preliminares dos exames realizados, após a suspeita de Ebola ter sido descartada, com orientação para seguir acompanhamento em unidade de saúde no local de destino.

A permanência no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas foi descartada pela Fiocruz, uma vez que o paciente não apresenta quadro de doença infectocontagiosa.

O destino do paciente está sendo mantido em sigilo pelo Ministério da Saúde. O objetivo é preservar sua privacidade, de acordo com pedido do próprio.

Entenda o caso

O paciente que estava com suspeita de Ebola é natural da Guiné, na África Ocidental, e chegou ao Brasil no dia 19 de setembro. Na quinta-feira (9), o homem deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento Brasília, em Cascavel (PR), relatando febre. A Guiné é um dos três países que concentram o surto da doença na África.

Por estar no vigésimo primeiro dia, limite máximo para o período de incubação da doença, seu caso foi considerado suspeito, seguindo os protocolos internacionais para a enfermidade.

Na sexta-feira (10), o paciente foi colocado em observação no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), no Rio de Janeiro, e permaneceu até esta quarta-feira (15), data de sua alta médica. 

No paciente, foram feitos dois exames de sangue, um no dia em que o Ministério da Saúde foi avisado da suspeita da doença e outro 48 horas depois. Também foram realizados testes para diagnosticar malária e dengue. Todos os exames apresentaram resultados negativos. 

Fonte:
Fundação Oswaldo Cruz 

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