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Saiba quais os exames preventivos essenciais para a saúde feminina

Saúde da Mulher

Veja também com que idade e frequência os testes devem ser feitos. Sistema Único de Saúde oferece serviços gratuitamente
publicado: 28/10/2014 11h28 última modificação: 28/10/2014 12h30
Divulgação/Prefeitura de Recife/PE Mulheres de 40 a 49 anos: exame clínico das mamas anual e, se alterado, mamografia

Mulheres de 40 a 49 anos: exame clínico das mamas anual e, se alterado, mamografia

Ter cuidados com a saúde é imprescindível para todos, e as mulheres precisam dar atenção especial a alguns exames necessários a partir de determinada idade.

Veja abaixo quais são os exames, quando e como fazer.

Papanicolau: prevenção de câncer de colo de útero

Entre os principais exames e o mais conhecido está o Papanicolau. O exame citopatológico é realizado para detectar alterações nas células do colo do útero. O nome "Papanicolaou" é uma homenagem ao patologista grego Georges Papanicolaou, que criou o método no início do século.

O exame é a principal estratégia para detectar lesões precocemente e fazer o diagnóstico do câncer do colo do útero bem no início, antes que a mulher tenha sintomas, reduzindo a mortalidade pela doença. 

O intervalo entre os exames deve ser de três anos, após dois exames negativos, com intervalo anual. O início da coleta deve ser aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual.

Os exames devem seguir até os 64 anos e serem interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.

Para mulheres com mais de 64 anos e que nunca realizaram o exame citopatológico, deve-se realizar dois exames com intervalo de um a três anos. Se ambos forem negativos, essas mulheres podem ser dispensadas de exames adicionais.

Rastreamento do Câncer de Mama

Mais comum entre as mulheres, a maioria dos casos de câncer de mama tem sido diagnosticados já em estágios avançados. No Brasil, as taxas de mortalidade pela enfermidade continuam elevadas, exigindo cada vez mais atenção à necessidade do diagnóstico precoce, que, aliado ao tratamento, possibilita melhores resultados. A doença é causada pela multiplicação anormal das células da mama, que formam um tumor maligno.  

  • Mulheres de 40 a 49 anos: exame clínico das mamas anual e, se alterado, mamografia
  • Mulheres de 50 a 69 anos: exame clínico das mamas anual e mamografia a cada dois anos
  • Mulheres de 35 anos ou mais com risco elevado: exame clínico das mamas e mamografia anual  

Grupos populacionais com risco muito elevado para o desenvolvimento do câncer de mama são mulheres com história familiar de, pelo menos, um parente de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama, abaixo dos 50 anos de idade.

E, também, mulheres com história familiar de pelo menos um parente de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama bilateral ou câncer de ovário, em qualquer faixa etária, além de mulheres com história familiar de câncer de mama masculino. 

Densitometria Óssea

A osteoporose configura-se como preocupação relevante de saúde pública, devido à limitação funcional e consequente perda da capacidade laborativa e autoestima a que estão submetidos os seus portadores.

A identificação precoce do diagnóstico é fundamental para a prevenção de fraturas e preservação da qualidade de vida das mulheres.

O procedimento da quantificação da massa óssea nos indivíduos de risco constitui-se no método de eleição para o direcionamento e indicação de terapia adequada. Desta forma, a incorporação da densitometria óssea na prática médica é reconhecidamente o melhor método de avaliação precoce da osteoporose.

O exame é indicado para mulheres com mais de 65 anos, com deficiência estrogênica com menos de 45 anos e na peri e pós-menopausa com fatores de risco.

Fonte:

Ministério da Saúde

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