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Saúde

BNDES aprova R$ 15 mi para pesquisas de AIDS em crianças

Fomento para saúde

Recurso também proverá pesquisas focadas em doenças como mal de Chagas, leishmaniose, hanseníase, malária e tuberculose
por Portal Brasil publicado: 10/09/2015 18h01 última modificação: 10/09/2015 18h01
Divulgação/Governo de SP Aporte de recursos são não reembolsáveis e cobrem 90% de projeto cujo orçamento será complementado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Aporte de recursos são não reembolsáveis e cobrem 90% de projeto cujo orçamento será complementado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 15 milhões para pesquisas focadas em medicamentos sobre AIDS para crianças, além de doenças negligenciadas, como o mal de Chagas, as leishmanioses, a hanseníase, a malária e a tuberculose.

Provenientes do Fundo Tecnológico do Banco (BNDES Funtec), os recursos são não reembolsáveis e cobrem 90% de projeto cujo orçamento será complementado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que realizará parte das atividades previstas.

Dentre os produtos previstos, destaca-se o desenvolvimento de uma formulação pediátrica do antirretroviral Efavirenz, importante medicamento do coquetel contra a AIDS, mas que, em sua forma atual, não deve ser prescrito para crianças.

Também está previsto um kit de diagnóstico point-of-care que oferecerá a possibilidade de se testar pacientes em locais remotos e sem infraestrutura laboratorial, com resultados mais rápidos e precisos do que as alternativas disponíveis para leishmaniose visceral, tuberculose, malária, tracoma, filariose linfática e hanseníase.

Doenças negligenciadas

A iniciativa conta também com a participação da Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi, em inglês), organização sem fins lucrativos fundada pelo Médicos Sem Fronteiras para promover o desenvolvimento de tratamentos para doenças pouco pesquisadas pelas grandes farmacêuticas mundiais.

As doenças-alvo são classificadas como negligenciadas porque, apesar de atingirem 90% da população mundial, e de serem a causa de até um milhão de mortes por ano, recebem apenas 10% do orçamento global investido em pesquisa farmacêutica.

Ainda assim, a maior parte do percentual é constituída por recursos de origem pública. Os pacientes são, com frequência, indivíduos de baixa renda, residentes em áreas carentes de infraestrutura sanitária e com acesso limitado a sistemas de saúde.

As instituições utilizarão os recursos em seis diferentes projetos, que buscam oferecer tratamentos mais efetivos ou uma alternativa de diagnóstico rápido e preciso para pacientes de leishmaniose cutânea e visceral, doença de Chagas, tuberculose, malária e outras enfermidades que acometem principalmente populações sem recursos para cuidados com a saúde.

Fonte: BNDES

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