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Governo, Estados e municípios reforçam parceria no combate ao Aedes aegypti

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Em encontro com mais de 140 gestores, ministro da Saúde destacou a importância da atuação das prefeituras e dos governos estaduais para o sucesso da mobilização nacional
por Portal Brasil publicado: 20/01/2016 19h26 última modificação: 22/01/2016 17h45

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, participou na manhã desta quarta-feira, 20 de janeiro, em Brasília, da abertura do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (Conares). A reunião contou com a presença de aproximadamente 140 gestores municipais. Esse é o principal momento em que representantes do setor se reúnem para debater e executar políticas públicas voltadas para aperfeiçoar o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) nos municípios.

Durante o evento, o ministro orientou a todos os gestores municipais e estaduais redobrarem as ações de combate e eliminação do mosquito Aedes aegypti. Além de pedir para mobilizar a população sobre os cuidados com o vetor por conta da situação de emergência em saúde pública de importância nacional que o País vive em relação ao surto do zika vírus e os casos suspeitos de microcefalia. 

“Não é um problema só dos governos federal, estadual e municipal. É um problema da sociedade. Precisamos mobilizar toda população para combater essa situação. Se cada um fizer a sua parte, juntos podemos eliminar o Aedes aegypti e garantir a sua eliminação”, ressaltou o ministro da Saúde.

Marcelo Castro destacou, ainda, que gestos simples podem mudar e impedir a proliferação do mosquito, tais como, verificar o armazenamento de água em suas casas, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso, que possam acumular água e virar um possível criadouro do mosquito transmissor.

O governo federal mobilizou 19 ministérios e outros órgãos federais para atuar conjuntamente neste enfrentamento, além da participação dos governos estaduais e municipais. Com isso, as visitas a residências para eliminação e controle do vetor ganharam o reforço das Forças Armadas e de mais de 266 mil agentes comunitários de saúde, além dos cerca de 44 mil agentes de endemias que já atuavam regularmente nessas atividades. A orientação é para que esse grupo atue, inclusive, na organização de mutirões de combate ao mosquito em suas regiões.

Rercursos

Os repasses de recursos do Ministério da Saúde para o combate ao mosquito têm se mantido crescentes ao longo dos anos. Somente no ano de 2015, foi liberado R$ 1,25 bilhão. Em 2011, este montante era de R$ 970,4 mil, o que representa um aumento de 28,8% nos recursos nos últimos cinco anos.

O Ministério da Saúde também investiu, no ano de 2015, R$ 23 milhões na aquisição de inseticidas e larvicidas. Além das ações de apoio a estados e municípios, o Ministério da Saúde realiza a aquisição de insumos estratégicos e kits de diagnósticos, para auxiliar os gestores locais no combate ao mosquito. Na última sexta-feira (15), a presidenta Dilma Rousseff sancionou o repasse de R$ 1,27 bilhão para o desenvolvimento das ações de vigilância em saúde, incluindo o combate ao mosquito Aedes aegypti, em 2016.

Microcefalia

Até o dia 20 de janeiro, foram registrados 3.893 casos suspeitos de microcefalia relacionada com algum agente infeccioso causador de malformação congênita. Estão entre os agentes infecciosos causadores da malformação: Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes Viral e vírus Zika.

Os casos suspeitos da doença em recém-nascidos são computados desde o início das investigações (em 22 de outubro de 2015) até 16 de janeiro deste ano e ocorreram em 764 municípios de 21 unidades da federação.

Fonte: Ministério da Saúde

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